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Oposição aponta derrubada de veto e instalação de CPMI do Banco Master como prioridades na retomada dos trabalhos

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Vice-líder da Minoria na Câmara dos Deputados, Bia Kicis (PL-DF) afirmou que a derrubada do veto presidencial ao projeto conhecido como PL da dosimetria e a instalação de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) para investigar fraudes no Banco Master são prioridades da oposição na retomada dos trabalhos legislativos, nesta segunda-feira (2).

Penas do 8 de janeiro
Em entrevista à Rádio Câmara, Bia Kicis disse que o Projeto de Lei 2162/23, aprovado pelo Congresso no ano passado, buscava promover pacificação social e corrigir distorções na aplicação de penas.

Segundo ela, o texto tratava da individualização da pena em processos judiciais.

CPMIs
A deputada lembrou que a CPMI do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) retoma os trabalhos nesta semana e deve ouvir, já na quinta-feira (5), o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Bia Kicis acrescentou que a oposição defende a instalação de uma comissão específica para apurar supostas fraudes no Banco Master. “A gente vê com muita preocupação o cenário atual de corrupção deslavada, de desmandos. É preciso romper com isso”, declarou.

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Outras prioridades
Outros temas prioritários para a oposição, segundo Bia Kicis, são o fim do foro privilegiado, a limitação de decisões individuais de ministros de tribunais superiores e a pauta da segurança pública.

Da Rádio Câmara
Edição – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova o uso de novas assinaturas digitais

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A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que permite o uso de novas assinaturas eletrônicas para comprovar a autoria de documentos digitais.

Pelo texto, serão aceitas todas as ferramentas para atestar autoria que constem na Lei das Assinaturas Eletrônicas (Lei 14.063/20), inclusive tecnologias que não usem os certificados oficiais do governo (sistema ICP-Brasil).

O colegiado aprovou o substitutivo do relator, deputado Rodrigo da Zaeli (PL-MT), ao PL 1195/25, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM). O parecer ampliou o alcance do projeto original que se limitava a incluir o uso do blockchain como meio de assinatura oficial. “O projeto permite maior alcance a essa e outras tecnologias, presentes e futuras”, reforçou Zaeli.

Para que o documento tenha validade legal, basta que as duas partes envolvidas concordem com o formato escolhido.

A proposta altera a medida provisória 2200-2/01 que regula as assinaturas digitais no Brasil e cria a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

Esse sistema garante que um documento assinado no computador tenha o mesmo valor legal que um documento assinado no papel. Atualmente, a regra foca em um modelo fechado. Nele, o governo fiscaliza as empresas que vendem certificados digitais para a população.

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O texto aprovado permite que sistemas independentes (descentralizados) também sirvam para validar documentos. Com isso, tecnologias modernas como o blockchain passam a ter validade jurídica para assinar arquivos eletrônicos.

Próximos passos
A proposta que tramita em caráter conclusivo será agora analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada perla Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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