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Trânsito é liberado em alça da Miguel Sutil e Sinfra abre novo retorno na avenida do CPA

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) liberou o trânsito na alça de descida da Avenida Miguel Sutil para a Avenida do CPA, próximo à lanchonete do McDonald’s, na região do Bosque da Saúde, em Cuiabá.

O tráfego nesta alça estava interrompido pela execução das obras do Complexo Leblon. No local, foi construído um pequeno elevado sobre essa alça, para permitir que motoristas que estão dentro da Trincheira Jurumirim possam, quando toda a obra for concluída, acessar a Avenida do CPA.

Por enquanto, esta descida está liberada apenas para quem está na parte superior da trincheira, que agora não precisa mais entrar no desvio dentro do Bosque da Saúde para acessar a Avenida do CPA.

A liberação foi possível depois da conclusão de serviços de contenção e drenagem que eram executados na via.

Cruzamento

Há também um novo retorno na Avenida do CPA disponível justamente na Rua das Orquídeas, via ao lado da lanchonete McDonald’s, que estava sendo utilizada como rota alternativa. Este retorno é feito com a laçada da quadra, sistema adotado para liberar o canteiro central para o transporte público.

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Motoristas que estão na Avenida do CPA, sentido Centro–Bairro, que queiram mudar de pista deverão entrar na Rua da Cereja (esquina do Posto Shell), virar na primeira à direita (Rua José de Lacerda Cintra) e novamente à direita na Rua das Orquídeas para poder fazer o retorno.

Fonte: Governo MT – MT

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Edital da Secel viabiliza inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande

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O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.

Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.

“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.

O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.

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Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.

Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.

“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.

(Com informações da Assessoria)

Fonte: Governo MT – MT

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