MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre buscas para apurar crime contra a ordem tributária em VG
MATO GROSSO
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (23.10), a Operação Gênesis, para cumprimento de dois mandados judiciais contra uma empresa privada do ramo educacional em Várzea Grande, suspeita de cometer crime contra a ordem tributária.
Foram cumpridas duas ordens de busca e apreensão de livros fiscais e contábeis do estabelecimento comercial, cumpridas em dois endereços, na matriz localizada no bairro Cristo Rei e na filial situada na região central da cidade.
A investigação da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande iniciou, após denúncia fiscal feita pela Coordenadoria de Fiscalização da Secretaria Municipal de Gestão Fazendária, apontando possível pratica de crime contra a ordem tributária e obstrução à fiscalização municipal.
De acordo com o delegado da unidade especializada, Ruy Guilherme Peral, foi emitida ordem de serviço para a execução de auditoria e fiscalização nos contribuintes bem como foram notificados para apresentarem seus livros e documentos fiscais referentes aos anos de 2023 e 2024.
As partes representadas solicitaram dilação de prazo, no entanto, não apresentaram os documentos fiscais pertinentes bem como não justificaram a razão do não cumprimento.
“O Ministério Público representou pela expedição dos mandados de busca e apreensão, com objetivo e apreender os documentos fiscais e contábeis que ratificassem a prática dos delitos tributários praticados pela empresa. Além de impedir a destruição de provas documentais e permitir a efetiva fiscalização tributária”, destacou o delegado.
O trabalho operacional para cumprimento dos mandados foi coordenado pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, e contou com apoio da Coordenadoria de Fiscalização da Secretaria Municipal de Gestão Fazendária de Várzea Grande e da Perícia Oficial e Identificação Técnica.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso
A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.
As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.
Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.
David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.
Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.
Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.
Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.
Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.
Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.
“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.
As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.
Fonte: Governo MT – MT
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