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Escolas estaduais devem realizar inscrição antecipada para participar da ExpoEstudantil 2025

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Escolas da rede estadual de ensino interessadas em participar da ExpoEstudantil 2025, nos dias 26 e 27 de agosto, na Arena Pantanal, em Cuiabá, precisam fazer a inscrição antecipadamente.

Para a participação no evento é preciso fazer, obrigatoriamente, o preenchimento do cadastro prévio de estudantes a partir do 8° ano do Ensino Fundamental ao 2° ano do Ensino Médio.

Com tema “O futuro é agora”, a edição de 2025 busca fortalecer o protagonismo juvenil, oferecendo aos participantes acesso a teste vocacional, uma área de exposição com estandes, além de palestras sobre protagonismo, liderança, motivação, mentalidade de crescimento, educação, empreendedorismo, alta performance, autorresponsabilidade e autodisciplina.

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), a inscrição antecipada é fundamental para garantir a logística do evento, incluindo a distribuição de estandes, organização das atividades pedagógicas e a segurança dos estudantes.

No evento, participam escolas de diferentes regiões, com apresentações científicas e pedagógicas. Além disso, os participantes terão a oportunidade de assistirem palestras, como a ministrada por Bia Martins, que é empreendedora social e integra a lista de personalidade da Forbes Under 30 e fundadora da organização “Olhar de Bia”. Ela abordará o tema “Tá com medo? Vai com medo mesmo”.

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Outro destaque é o ex-jogador de basquete e comunicador Douglas Viegas, conhecido como “Poderosíssimo Ninja”, que fará uma palestra sobre alta performance, foco e autodisciplina, trazendo sua vivência no esporte e na comunicação para inspirar os jovens estudantes.

O evento é fruto de uma parceria do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MT), responsável pela realização.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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