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Com atuação da primeira-dama de MT, forças de segurança vão receber hora extra para ampliar combate à violência contra mulheres

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, atuou na formalização de uma parceria institucional que garante o pagamento de horas extras a policiais civis e militares e bombeiros que atuarem nas ações do programa SER Família Mulher, fortalecendo o combate à violência contra as mulheres.

A medida foi oficializada, nesta quarta-feira (23.7), por meio do Termo de Cooperação Técnica, assinado pelos secretários de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Haagsma, e de Segurança Pública, coronel PM César Roveri.

Para Virginia Mendes, a ação reforça o compromisso do Estado com a garantia mais proteção e segurança às mulheres em situação de vulnerabilidade.

“Esse termo de cooperação vem somar aos esforços que já temos no Governo com o Programa SER Família Mulher, que acolhe mulheres em situação de violência e vulnerabilidade, oferecendo suporte social, financeiro e emocional para que possam recomeçar com dignidade. A atuação integrada da segurança pública é fundamental. Agradeço o apoio da PM e do Corpo de Bombeiros nesse trabalho tão importante. Sabemos que muitas mulheres ainda são vítimas de feminicídio e precisamos que todas as instituições estejam em sintonia para mudar essa realidade”, afirmou.

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O termo tem validade até 4 de agosto de 2027, com possibilidade de prorrogação. Roveri explicou que a cooperação vai possibilitar que os profissionais das forças de segurança recebam remuneração, por meio da jornada extraordinária de serviço, dobrando o atendimento de combate à violência contra mulheres.

“O termo vai ampliar a atuação da Patrulha Maria da Penha e de todas as delegacias do Estado em defesa da mulher e permitir que a Setasc remunere os profissionais de forma extraordinária, para que eles atuem na proteção à mulher naquele momento fora do horário de serviço. Esse trabalho vai possibilitar o reforço da proteção à mulher na capital e no interior do Estado, reforçando o trabalho preventivo, ostensivo e de investigação nos casos de violência contra as mulheres”, destacou.

O secretário de Assistência Social pontuou que a parceria consolida a força do programa SER Família Mulher. “O programa idealizado pela nossa primeira-dama se fortalece ainda mais com esse termo, que viabiliza a atuação conjunta das forças de segurança para proteger e acolher as mulheres em Mato Grosso”, disse Klebson Haagsma.

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Participaram do ato o deputado estadual Paulo Araújo, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Cláudio Tinoco, o diretor operacional do Corpo de Bombeiros, coronel Heitor Fernandes, entre outras autoridades.

Fonte: Governo MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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