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Marcelo Portocarrero

O jogo do perde-perde

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Marcelo Portocarrero

O jogo do perde-perde

A estratégia de usar o termo bolsonarismo como uma referência negativa para prejudicar a ascensão da direita no cenário político nacional demonstra claramente a intenção daqueles que pretendem se eternizar no poder. Afinal, desde 1988, o Brasil teve 33 anos de governos de esquerda e apenas 4 de direita.

Essa tática, no entanto, agora se volta contra o próprio extremismo de esquerda, que se autodenomina “progressista” — um eufemismo para disfarçar o termo ‘comunista’. Esse extremismo representa uma degradação política que surgiu do decadente petismo e evoluiu para o lulopetismo, a causa do retrocesso social, econômico e político que vivemos.

Esse cenário é resultado da velha e ultrapassada ideologia propagada por seu ‘menestrel’ – hoje um peso morto – galgado ao maior cargo executivo do país. A ele, submete-se a esquerda, ano após ano, governo após governo, desde 1988, quando a ‘Constituição Cidadã’ foi instrumentalizada e usada para intervir nos Poderes da República, em vez de harmonizá-los. Cada vez mais, essa situação submete o povo às interpretações nada republicanas de um grupo de indivíduos mal-intencionados, que sequer foram eleitos.

Seus membros, escolhidos criteriosamente para os mais altos cargos da justiça pelo Sistema, agem como ‘filhos da serpente’ ao punir quem discorda deles, como se a discordância fosse um fruto proibido – não aquele oferecido a Eva pelo Criador, mas um outro, este produzido por criaturas inomináveis.

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É por isso que, no tabuleiro do xadrez global, daqui para a frente, correremos o risco de não passar de um dos peões do jogo. Para isso, basta considerar que desde 2023 o Brasil vem se apequenando no cenário internacional devido à sanha ideológica de um governo que só age para tentar recuperar eleitores e subverter os desinformados. Esse governo sequer se preocupa com as repercussões internas, quanto mais externas, de seus atos, devido seu permanente olhar para o próprio umbigo.

É um governo que erra na dose, erra na forma e, principalmente, erra ao não perceber que seus movimentos estão, paulatinamente, deixando de ser próprios na medida em que, cada vez mais, se bandeia para o lado negro da força.

Como dito anteriormente, nosso país está se tornando um mero peão na geopolítica mundial, o que pode levar a incorrer no risco de ser miseravelmente usado durante o verdadeiro jogo bruto global por quem realmente movimenta as peças.

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Ninguém está certo agindo assim. Para alguns, o que aconteceu em 9 de julho de 2025 foi uma reação do governo norte-americano a uma série de ações intempestivas do nosso. Para outros, foi uma reação do governo brasileiro à forma exacerbada de agir de quem ele mesmo, recentemente, chamou de “o maior fascista do século”.

É certo que os tempos são outros e tudo leva a crer que não haverá clemência de nenhum dos lados no jogo político local do “nós contra eles”. Esse jogo está sendo implementado por um dos lados para reagir ao risco de perder na disputa política de 2026, que já começou e poderá afetar o mundo todo, independentemente do resultado. É o que podemos chamar de “jogo do perde-perde”, onde ninguém ganha.

Nós, eleitores, seremos os carrascos ou as vítimas do que está por vir em uma disputa onde o povo será o único atingido. É bom estarmos cientes disso.

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Marcelo Portocarrero

O BRASIL PRECISA ENDIREITAR!

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O BRASIL PRECISA ENDIREITAR!

Não existe acaso na engrenagem que move o destino de uma nação. Nada é NOVIDADE, tudo é fato, nada mais que FATO.

No tabuleiro do poder, admiro profundamente quem tem em mente a certeza de que é sabedoria aplicar as quatro operações matemáticas na política que se vai à frente. Quem não sabe somar e multiplicar na hora certa, acaba dividindo a própria base e subtraindo as chances de vitória.

É levando isso em consideração que antecipamos o que pode estar por vir. Logo ali, no segundo turno dessas eleições, as máscaras vão cair. Saberemos, com precisão cirúrgica, quem quer unir forças de VERDADE e quem, por pura vaidade, espera um apoio incondicional por se achar dono exclusivo da oportunidade de colocar o BRASIL nos trilhos do progresso.

O grande teste de caráter político reside justamente aí. O progresso só teria valor significativo se o fosse sem dever FAVORES e sem fazer os ACORDOS esdrúxulos e desonestos que costumam fatiar o Estado na surdina das tramas que acontecem por detrás das coxias —vide a eleição e provável reeleição de atual presidente do Senado.

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A verdadeira liderança não se vende e nem compra aliados com promessas espúrias, até porque tanto na vida pública como na privada, colhe-se o que se planta através das palavras e das alianças. “Não é possível voltar atrás em tudo o que se diz nem do que se ouve. Portanto, cuida do que falas e seleciona bem de quem escutas.” No calor do processo eleitoral, comprometer-se com a retórica errada ou dar ouvidos a conselheiros mal-intencionados é um caminho que costuma não ter volta.

A matemática do segundo turno não perdoa a soberba e nem o erro de cálculo. Quem estiver enfrentando a esquerda na hora da DISPUTA FINAL precisará, obrigatoriamente, do apoio de TODOS que lutam pela causa conservadora. Não é momento para purismos cegos ou projetos de poder individuais. Diante do abismo, a união consciente é o único caminho viável.

O recado está dado e o cenário desenhado. Não há espaço para hesitação.

O BRASIL PRECISA ENDIREITAR!

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