Turismo
Torre de Belém fecha para restauração e deve reabrir em 2026
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A Torre de Belém, em Lisboa, foi fechada para restauração e conservação nesta semana. As obras começaram no início de maio e devem durar cerca de 12 meses, segundo informações da Museus e Monumentos de Portugal(MMP), gestora do espaço. O objetivo é preservar a estrutura de mais de 500 anos, um dos principais cartões-postais de Portugal.
O anúncio foi feito pela própria MMP, que informou que o investimento na intervenção ultrapassa um milhão de euros. A instituição também destacou que a torre poderá reabrir parcialmente durante as obras, se houver condições seguras para trabalhadores e visitantes.
Construída entre 1514 e 1520, a Torre de Belém foi projetada para reforçar a defesa de Lisboa na era das grandes navegações. O monumento é considerado símbolo da arquitetura manuelina, estilo que incorpora elementos náuticos e marítimos.
Patrimônio da humanidade e ponto turístico de destaque
Desde 1983, a torre faz parte da lista de patrimônios mundiais da Unesco, por seu valor artístico e histórico. Em 2023, mais de 377 mil pessoas visitaram o local, de acordo com dados divulgados pela MMP. A expectativa é que o monumento, após a restauração, receba o público com mais segurança e infraestrutura renovada.
Localizada às margens do rio Tejo, a torre integra o circuito de atrações históricas de Lisboa, ao lado do Mosteiro dos Jerónimos e do Padrão dos Descobrimentos. A região recebe turistas de todo o mundo interessados na história marítima portuguesa.
A MMP informou que o avanço da reforma será divulgado nas redes sociais e canais oficiais. Visitantes devem acompanhar essas atualizações para saber quando será possível visitar o espaço novamente, mesmo que de forma parcial.
O projeto faz parte de um plano nacional de preservação do patrimônio arquitetônico português. Outras construções históricas também devem receber investimentos nos próximos anos, com foco na conservação e no turismo cultural.
A previsão é que a Torre de Belém esteja integralmente acessível ao público a partir do primeiro semestre de 2026. Até lá, o monumento segue fechado ou com acesso restrito, conforme o andamento das obras.
Fonte: Turismo
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Parque Nacional de Jericoacoara: dunas, lagoas e mar em um dos destinos mais fascinantes do Ceará
Localizado no litoral do Ceará, entre os municípios de Jijoca de Jericoacoara e Cruz, o Parque Nacional de Jericoacoara é um dos destinos praianos mais procurados e fotografados do Brasil. Criada em 2002, a unidade de conservação abrange cerca de 8,8 mil hectares de ecossistemas costeiros preservados, onde a vila de pescadores se conecta a uma natureza exuberante.
O parque contribui para a preservação de ecossistemas frágeis, como campos de dunas móveis, vegetação de restinga, manguezais e lagoas. Esse mosaico de habitats serve de refúgio para uma rica biodiversidade, incluindo tartarugas marinhas, cavalos-marinhos e diversas espécies de aves migratórias.
Os atrativos do parque agradam tanto quem busca descansar à beira-mar quanto quem pratica esportes aquáticos. O grande símbolo da unidade é a icônica Pedra Furada, formação rochosa esculpida pelo atrito das ondas. Outro ritual clássico dos visitantes é acompanhar o espetáculo do fim de tarde no topo da Duna do Pôr do Sol, um dos raros pontos do litoral brasileiro onde é possível ver o sol se despedir diretamente no mar.
A experiência no parque se completa com os tradicionais passeios de bugue ou quadriciclo pelas dunas rumo às lagoas de águas doces e cristalinas, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, famosas por suas redes estendidas sobre a água. Além disso, os ventos constantes que sopram na região fazem do destino um dos principais lugares do mundo para a prática de kitesurf e windsurf.
Como chegar
Para chegar ao Parque Nacional de Jericoacoara por via aérea, a opção mais prática é desembarcar no Aeroporto Regional de Jericoacoara (JJJ), no município de Cruz, a cerca de 30 km da vila.
Uma alternativa bastante usada é o desembarque pelo Aeroporto Internacional de Fortaleza (FOR), a aproximadamente 300 km de distância. A partir da capital cearense, o trajeto até a vila pode ser feito em ônibus, transfer privativo ou carro alugado. No trecho final, é obrigatório usar veículos 4×4 para percorrer as estradas de areia que dão acesso ao destino.
Ao chegar à vila, a circulação de veículos particulares é restrita para preservar o ecossistema e manter a tranquilidade do local. Por isso, o deslocamento é feito em veículos 4×4 credenciados, bugues ou a pé pelas ruas de areia. Os visitantes também devem efetuar o pagamento da taxa de turismo sustentável, cobrada pela prefeitura local.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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