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Assembleia Legislativa lamenta morte do jornalista Edivaldo Ribeiro

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A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) lamenta profundamente o falecimento do jornalista Edivaldo Ribeiro, aos 82 anos, ocorrido neste domingo (13), em decorrência de câncer de pulmão.

Natural de Santo Anastácio, no interior de São Paulo, Edivaldo iniciou sua trajetória profissional em 1963, no norte do Paraná, atuando em diversas emissoras de rádio e televisão.

Em 1972, mudou-se para Campo Grande (MS), onde passou a apresentar programas esportivos na TV Morena. Quatro anos depois, chegou a Cuiabá, cidade em que consolidou-se na profissão. Trabalhou na rádio A voz do Oeste, foi âncora na TV Brasil Oeste e na TV Gazeta, no comando dos programas Revista da manhã e O povo reclama. Além disso, teve passagens marcantes por emissoras de rádio como Cultura, Cidade FM e CBN Cuiabá. Por mais de sete anos, esteve à frente do programa Cadeia neles, da TV Vila Real, líder de audiência no horário do almoço.

“Foi uma referência na comunicação mato-grossense. Edivaldo enfrentava um câncer de pulmão e deixa um legado de compromisso, seriedade e amor pela informação. Minha solidariedade à família, amigos e colegas neste momento de dor”, lamentou o presidente da ALMT, deputado Max Russi.

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Fonte: ALMT – MT

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Projeto contra hormonioterapia para redesignação sexual em menores é aprovado na ALMT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em segunda votação, na sessão desta quarta-feira (13), o Projeto de Lei nº 1545/2023, de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que proíbe a realização de hormonioterapia para fins de redesignação sexual e procedimentos cirúrgicos de afirmação de gênero em crianças, adolescentes e demais pessoas consideradas incapazes no estado.

A proposta estabelece que os procedimentos só poderão ser realizados em pessoas maiores de 18 anos e legalmente capazes, conforme previsto no Código Civil Brasileiro.

Segundo Gilberto Cattani, o projeto tem como objetivo garantir proteção integral a menores de idade diante de procedimentos considerados irreversíveis.

“Esse projeto não tem a intenção de tirar a liberdade de ninguém decidir o que quer fazer da própria vida quando atingir a maioridade. O que nós buscamos é proteger crianças, adolescentes e pessoas consideradas incapazes de tomar decisões muito sérias e, muitas vezes, irreversíveis, em uma fase da vida em que ainda não possuem maturidade e entendimento suficientes sobre as consequências desses procedimentos”, afirmou o deputado.

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Na justificativa, o parlamentar afirma que procedimentos hormonais e cirúrgicos relacionados à redesignação sexual podem causar alterações permanentes no corpo e, por isso, devem ser restritos à fase adulta.

O texto aprovado também prevê punições previstas na legislação vigente para profissionais, empresas e responsáveis que descumprirem a norma. Para Gilberto Cattani, a medida trata da proteção de crianças e adolescentes e do dever do poder público de prevenir situações que possam causar impactos permanentes aos menores.

O projeto segue para análise do governo do estado.

Fonte: ALMT – MT

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