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Hopi Hari oferece entrada gratuita para Pessoas com Deficiência

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Hopi Hari está localizando em Vinhedo/SP e oferece mais de 40 atrações aos visitantes
Reprodução/Hopi Hari

Hopi Hari está localizando em Vinhedo/SP e oferece mais de 40 atrações aos visitantes

Diversão acessível e inclusão fazem parte do compromisso do  Hopi Hari com seus visitantes. Criado em 2001, o Programa Código Azul garante que pessoas com deficiência permanente – seja física ou intelectual – tenham uma experiência confortável e segura no parque. A iniciativa conta com benefícios exclusivos, como gratuidade na entrada, desconto para acompanhantes e um atendimento personalizado para indicar as atrações acessíveis.

Como funciona o Programa Código Azul?

Ao chegar ao Hopi Hari, o visitante com deficiência deve se dirigir ao Serviço de Atendimento ao Visitante (SAV), onde receberá todas as orientações sobre acessibilidade e restrições das atrações. 

Após essa avaliação, o visitante recebe um mapa personalizado, indicando quais brinquedos e espaços são acessíveis para ele. Esse mapa deve ser apresentado nas atrações ao longo do dia.


Benefícios exclusivos

Um dos principais diferenciais do programa é a gratuidade na entrada para pessoas com deficiência permanente em dias regulares de funcionamento. Para garantir esse benefício, é necessário apresentar um laudo médico que comprove a condição.

Além disso, o visitante pode levar um acompanhante com 50% de desconto no ingresso, benefício que deve ser adquirido diretamente na bilheteria do parque.  O Hopi Hari também conta com banheiros adaptados e segue normas de acessibilidade para garantir maior conforto e segurança durante toda a visita.

Para usufruir dos benefícios do Código Azul, é necessária a apresentação de um laudo médico atestando a deficiência permanente. Documentos como a CNH não são aceitos. Em alguns casos, também podem ser apresentados o Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social ou um documento emitido pelo INSS.

Restrições e regras

O benefício de gratuidade não é válido para eventos especiais e exclusivos do parque. Além disso, o programa se aplica apenas a deficiências permanentes,  mas o Hopi Hari pode oferecer acomodações específicas para visitantes com deficiências temporárias, como prioridade nas filas em determinadas situações.

O Programa Código Azul reforça o compromisso do Hopi Hari com a acessibilidade, garantindo que todos possam viver momentos inesquecíveis no parque. Para mais informações,  basta consultar o site oficial do Hopi Hari ou procurar o Serviço de Atendimento ao Visitante no dia da visita.

Como comprar ingressos antecipados do parque?

Vale lembrar que ingressos antecipados para acessar o Hopi Hari podem ser adquiridos diretamente no site oficial (clique aqui). Além de evitar filas na bilheteria, os usuários também encontram facilidades no pagamento, como o parcelamento em 10x sem juros e descontos na compra de duas entradas. 

Fonte: Turismo

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Caminhos da Serra do Mar: conheça a trilha de longo curso desenhada à sombra do pico Dedo de Deus

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Quem decide se aventurar pelas montanhas da Região Serrana e da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, logo encontra a sinalização amarela, característica das trilhas de longo curso brasileiras. Em meio ao contorno da tradicional pegada de bota, um detalhe marcante simboliza a identidade do trajeto: os raios do sol se pondo suavemente atrás do pico Dedo de Deus. 

Essa marca guia os passos dos visitantes na rota Caminhos da Serra do Mar, modalidade exclusiva para caminhada, que abrange cerca de 300 km de extensão.

A trilha tem início no distrito de Suruí, no município de Magé, e segue até Nova Friburgo. Ao longo do percurso, o caminhante atravessa diversos ecossistemas da Mata Atlântica, como matas de encosta, campos de altitude, paredões rochosos, picos, poços e cachoeiras, chegando à majestosa Pedra do Sino, com 2.275 metros de altitude.

A rota atravessa diversos municípios fluminenses, incluindo Magé, Petrópolis, Teresópolis, Guapimirim e Nova Friburgo e passa pelas Unidades de Conservação do Mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense, integrando áreas como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO), o Parque Estadual dos Três Picos,  as áreas de proteção ambiental de Petrópolis e Macaé de Cima, Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), vilarejos e propriedades privadas.

A versatilidade é um dos pontos fortes dos Caminhos da Serra do Mar. A rota pode ser percorrida de forma contínua ou dividida em seções independentes. O primeiro núcleo da trilha reúne itinerários como o Caminho do Ouro, a Travessia Cobiçado–Ventania, a trilha uricanal, o Morro do Açu, a Travessia Petrópolis–Teresópolis e a Pedra do Sino.

Caminho do Ouro (Atalho do Proença)

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Com cerca de 6 km de extensão, liga a Vila Inhomirim, em Magé, ao Alto da Serra, em Petrópolis. Aberto em 1723 para transportar o ouro de Minas Gerais até o Rio de Janeiro, o trecho é um mergulho na história colonial do país. Nele, o caminhante observa o calçamento da antiga estrada carroçável da Serra da Estrela e os vestígios da primeira ferrovia do país, que ligava o Porto de Mauá à Vila Inhomirim.

Travessia Cobiçado–Ventania

Com aproximadamente 12 km de extensão, em grande parte percorridos sobre cristas de montanhas, o percurso passa por cumes conhecidos, como o Pico do Cobiçado, o Morro dos Vândalos, a Pedra do Diabo, o Tridente e o Alto do Ventania (atingindo cerca de 1.740 metros de altitude), oferecendo paisagens panorâmicas das cidades do Rio de Janeiro e Petrópolis.

Trilha Uricanal

Ao longo de 6 km, faz a ligação estratégica entre os bairros do Caxambu e do Bonfim. Tem como marca registrada o acompanhamento do leito do rio, com poços e pequenas cachoeiras adequados para banho e descanso, além da opção de visita a um bosque de pinheiros centenários.

Morro do Açu

Com 2.216 metros de altitude, é acessado pela sede do PARNASO, no Vale do Bonfim, passa pela Cachoeira Véu de Noiva (30 metros de queda, ideal para a prática de rapel e cachoeirismo) e leva a formações rochosas dos Castelos do Açu. É muito procurada para pernoite e contemplação do nascer do sol.

Travessia Petrópolis–Teresópolis e a Pedra do Sino

Conecta o Morro do Açu à Pedra do Sino em um trajeto de 9 km pela parte alta da Serra dos Órgãos. O visitante percorre seis vales e campos de altitude repletos de plantas endêmicas, com vistas para até sete municípios fluminenses.

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O ponto alto do circuito é a Pedra do Sino, a 2.275 metros de altitude, marco do montanhismo nacional. A descida até a sede do PARNASO, em Teresópolis, se dá por 11,5 km de trilha, passando pela Cachoeira do Papel e se conectando ao trecho inicial da rota.

Como chegar e o que fazer

A rota pode ser acessada por diferentes municípios, como Magé, Petrópolis, Teresópolis, Guapimirim e Nova Friburgo. O viajante tem a liberdade de planejar desde passeios curtos de um dia até expedições de vários dias.

Entre as principais atividades disponíveis ao longo do trajeto estão:

  • Observação de fauna e flora

  • Observação de aves (birdwatching)

  • Mirantes e contemplação nos picos

  • Banhos de cachoeira e poços naturais

  • Visitas a grutas e museus históricos

Trilhas de longo curso

Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 unidades de conservação (UC). Juntas, as trilhas possuem mais de 25.000 km planejados. Cada rota é identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que podem ser personalizadas inserindo, dentro do formato de pegada, um desenho próprio que a represente.

As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, não se resumindo a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outros atrativos.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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