POLÍTICA
Deputado Sebastião Rezende apresenta emenda ao orçamento para novo Hospital Regional de Rondonópolis
POLÍTICA
O deputado estadual Sebastião Rezende (União) mantém sua luta pela viabilização de um novo Hospital Regional para Rondonópolis, que atende até 19 municípios da região sudeste de Mato Grosso e conta com uma população estimada de quase 700 mil habitantes. Após o parlamentar fazer a indicação 6042/2023, que propõe a construção do novo Hospital Regional de Rondonópolis, o parlamentar apresentou uma emenda ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA 1678/2024), de 2025, destinando recursos para dar inicio à implementação da referida unidade hospitalar.
A Lei Orçamentária Anual estima a receita e fixa a despesa do Estado para o exercício financeiro do ano seguinte. O orçamento público projetado para 2025 é de R$ 37,076 bilhões. Em sua emenda ao próximo orçamento, Rezende propõe a destinação de R$ 120 milhões para a construção do novo Hospital Regional de Rondonópolis, uma demanda que vem sendo cobrada pela população e defendida por ele há muitos anos.
O parlamentar assevera que vem conversando nos últimos anos com o governador Mauro Mendes sobre a urgente necessidade de se construir uma nova estrutura física para o Hospital Regional de Rondonópolis, que foi projetado na década de 1980 e inaugurado no começo dos anos 2000, já defasado diante do crescimento da cidade e região. De lá pra cá, essa defasagem só aumentou. Para piorar, o hospital tem uma estrutura muito antiga e está em uma área central, sem espaço e condições para ampliação.
Com a presente emenda, Sebastião Rezende defende o apoio para aprovação da destinação desse recurso pela maioria dos parlamentares da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Nesse sentido, aponta que a situação do Hospital Regional de Rondonópolis é de alerta, considerando que está com a estrutura de atendimento estrangulada, com quase 100% da taxa de ocupação e, constantemente, tem se formado fila de espera para a realização de cirurgias.
Diante da relevância de Rondonópolis para Mato Grosso, que possui a segunda maior economia no estado e é polo de uma das principais regiões, Rezende reforça que é inadmissível que a cidade siga há tanto tempo com uma estrutura pública de saúde que não seja capaz de atender a crescente demanda. Em outras ocasiões, o próprio governador havia reconhecido a necessidade de a cidade ter um novo Hospital Regional, mas que era preciso primeiro entregar outros hospitais em construção pelo estado – o que agora já se encontra em fase bastante avançada.
Com dedicação em prol da concretização desse intento, Rezende garante que, enquanto parlamentar, vai continuar trabalhando pela viabilização de um novo Hospital Regional em Rondonópolis, moderno, amplo e que venha ter condições estruturais de atender a grande demanda regional.
“A construção de um novo Hospital Regional, amplo e moderno, é imperiosa na região sudeste. Nós não temos mais como aguardar! Esperamos que no próximo ano o governador Mauro Mendes possa determinar a construção, sendo que temos área destinada para essa finalidade”, afirmou o deputado Sebastião Rezende.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Projeto de Botelho propõe padronização de lixeiras e coletores em espaços públicos de MT
Com foco na preservação ambiental, melhoria da limpeza urbana e fortalecimento da coleta seletiva, o deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) apresentou na sessão plenária da última quarta-feira (6), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei nº 573/26, que estabelece diretrizes técnicas para instalação, distribuição e padronização de lixeiras e coletores de resíduos sólidos em logradouros e espaços públicos de todo o Estado.
A proposta está alinhada à Política Nacional de Resíduos Sólidos e busca criar critérios objetivos para a implantação dos equipamentos urbanos, contribuindo para cidades mais limpas, organizadas e sustentáveis. Entre os principais pontos do projeto estão a obrigatoriedade da segregação mínima dos resíduos, instalação estratégica dos coletores em áreas de grande circulação e adoção de materiais resistentes e adequados ao clima tropical mato-grossense.
De acordo com Botelho, o projeto surge como resposta a um problema crescente enfrentado pelos municípios, especialmente diante da expansão urbana acelerada e dos impactos provocados pelo descarte irregular de lixo.
“O objetivo é garantir mais eficiência na coleta seletiva, reduzir impactos ambientais, evitar alagamentos causados pelo entupimento da drenagem urbana e melhorar a qualidade de vida da população. Precisamos avançar em políticas públicas modernas e sustentáveis”, destacou o parlamentar.
O texto prevê que, em centros comerciais e turísticos, sejam instalados conjuntos de coletores a cada 100 metros lineares de calçada ou um por quadra. Já nas áreas residenciais, a distribuição deverá ocorrer em pontos estratégicos, como esquinas e avenidas principais, respeitando distância máxima de 200 metros entre os equipamentos.
A proposta também determina que os coletores possuam compartimentos específicos para resíduos recicláveis e orgânicos, identificados por cores padronizadas, além de tampa de proteção contra chuva, sistema de drenagem para evitar acúmulo de líquidos e materiais resistentes ao fogo e à corrosão.
Outro ponto importante do projeto é a responsabilidade compartilhada. Grandes geradores de resíduos sólidos, como estabelecimentos comerciais, deverão instalar e manter lixeiras padronizadas em suas calçadas para uso da população. Eventos públicos também precisarão disponibilizar ilhas de separação de resíduos de acordo com o público estimado.
A matéria ainda estabelece incentivos para os municípios que adequarem seus planos de gestão de resíduos sólidos às novas diretrizes, incluindo prioridade no acesso a recursos do Fundo Estadual de Meio Ambiente.
Na justificativa do projeto, Botelho ressalta que a iniciativa tem caráter estruturante e potencial para gerar benefícios ambientais, sanitários, sociais e econômicos em Mato Grosso.
“A correta destinação dos resíduos sólidos é uma necessidade urgente. Essa proposta fortalece a consciência ambiental, melhora os serviços urbanos e contribui diretamente para a construção de cidades mais sustentáveis e preparadas para o futuro”, concluiu o deputado.
Fonte: ALMT – MT
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