Turismo
Parque Nacional de Brasília tem piscinas de água mineral
Turismo

Situado a 10 km do centro da capital federal, o Parque Nacional de Brasília é o destino ideal para se conectar com a natureza nos arrabaldes da cidade planejada. Os banhos em piscinas de água mineral, os piqueniques, as trilhas e o contato direto com espécies nativas são alguns de seus principais atrativos.
Além de um destino de turismo ecológico, o espaço é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, onde são realizadas pesquisas científicas e atividades de educação ambiental.
As águas de Brasília
Inaugurado em 1961, o Parque Nacional de Brasília foi criado a partir da necessidade de preservar os rios que fornecem água potável à capital. Hoje, as estrelas do passeio são as suas duas piscinas de água mineral corrente.
Os afloramentos do lençol freático e as minas d’água, que remontam à construção de Brasília, originaram a mais antiga da dupla: a Piscina Pedreira. A grande demanda por mais um espaço recreativo, fez com que, em seguida, fosse construída a Piscina Areal.

Ambas as atrações, contudo, precisaram ser interditadas no mês de setembro de 2024 por conta de um incêndio na parte leste do parque. A Pedreira já está aberta de terça a domingo, das 7h às 16h. No entanto, a Areal ainda não tem previsão para a reabertura.
Outro destaque em termos de águas é a represa de Santa Maria, corpo hídrico responsável por cerca de 25% do abastecimento do Distrito Federal.
Mergulhe na natureza
Gerido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, o espaço brilha pela riqueza de sua fauna e flora. Nos seus 42,3 mil hectares de Cerrado e Planalto Central, podem ser encontradas espécies raras e ameaçadas de extinção, como o lobo-guará, o tatu-canastra, tamanduá-bandeira e a jaguatirica.
Para conhecer tudo isso de perto, o parque dispõe de duas trilhas. A Trilha da Capivara é a opção mais leve. Ideal para caminhadas e passeios com crianças, ela tem duração de cerca de 20 minutos.
A Cristal Água , por outro lado, pode ser feita tanto a pé quanto de bicicleta, e conta com percursos de 5 km, 10 km, ou 15 km. Os trajetos podem ser feitos em até 1h30min sobre duas rodas. Para quem opta pela caminhada, a duração pode chegar até 3h40min.
Outra possibilidade é visitar a Ilha da Meditação. Esse espaço próprio para relaxar e contemplar a paisagem fica ao lado de uma charmosa lagoa.

Mas, atenção: em qualquer momento, você pode ser surpreendido pelos famosos moradores do parque. Os macacos-prego são conhecidos por pegar comida e, até mesmo, itens pessoais da bolsa dos visitantes. Os quatis também são comuns na região. Vale destacar que, embora os “furtos” promovidos pelos bichinhos sejam recorrentes, você não deve incentivar o hábito oferecendo comida – nenhum dos animais devem ser alimentados pelos turistas.
Organize a sua visita ao Parque Nacional de Brasília
O Parque Nacional de Brasília abre diariamente, com entrada permitida das 6h às 16h. O acesso é pela Estrada Parque Indústria e Abastecimento – Via EPIA. Os ingressos custam R$ 18,00 e podem ser adquiridos na bilheteria no local. Crianças com menos de 12 anos e idosos não pagam.
Quanto à permanência, o visitante pode aproveitar o passeio até às 17h. Por isso, é importante considerar os horários de funcionamento das trilhas na hora de planejar.
A Trilha da Capivara pode ser visitada até às 16h. Já a Cristal Água, pode ser acessada até às 15h30min, para quem parte da Piscina Pedreira, e até às 15h, para quem parte da Piscina Areal. Há estacionamentos próximos aos dois locais.
Dentro do parque, não há opções de alimentação. Portanto, é importante levar os seus lanches na mochila. O chapéu e o protetor solar são outros itens que não podem faltar. Mais informações podem ser conferidas no site do governo federal .
Reserve hospedagem em Brasília
Fonte: Turismo
Turismo
Caminhos da Serra do Mar: conheça a trilha de longo curso desenhada à sombra do pico Dedo de Deus
Quem decide se aventurar pelas montanhas da Região Serrana e da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, logo encontra a sinalização amarela, característica das trilhas de longo curso brasileiras. Em meio ao contorno da tradicional pegada de bota, um detalhe marcante simboliza a identidade do trajeto: os raios do sol se pondo suavemente atrás do pico Dedo de Deus.
Essa marca guia os passos dos visitantes na rota Caminhos da Serra do Mar, modalidade exclusiva para caminhada, que abrange cerca de 300 km de extensão.
A trilha tem início no distrito de Suruí, no município de Magé, e segue até Nova Friburgo. Ao longo do percurso, o caminhante atravessa diversos ecossistemas da Mata Atlântica, como matas de encosta, campos de altitude, paredões rochosos, picos, poços e cachoeiras, chegando à majestosa Pedra do Sino, com 2.275 metros de altitude.
A rota atravessa diversos municípios fluminenses, incluindo Magé, Petrópolis, Teresópolis, Guapimirim e Nova Friburgo e passa pelas Unidades de Conservação do Mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense, integrando áreas como o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO), o Parque Estadual dos Três Picos, as áreas de proteção ambiental de Petrópolis e Macaé de Cima, Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN), vilarejos e propriedades privadas.
A versatilidade é um dos pontos fortes dos Caminhos da Serra do Mar. A rota pode ser percorrida de forma contínua ou dividida em seções independentes. O primeiro núcleo da trilha reúne itinerários como o Caminho do Ouro, a Travessia Cobiçado–Ventania, a trilha uricanal, o Morro do Açu, a Travessia Petrópolis–Teresópolis e a Pedra do Sino.
Caminho do Ouro (Atalho do Proença)
Com cerca de 6 km de extensão, liga a Vila Inhomirim, em Magé, ao Alto da Serra, em Petrópolis. Aberto em 1723 para transportar o ouro de Minas Gerais até o Rio de Janeiro, o trecho é um mergulho na história colonial do país. Nele, o caminhante observa o calçamento da antiga estrada carroçável da Serra da Estrela e os vestígios da primeira ferrovia do país, que ligava o Porto de Mauá à Vila Inhomirim.
Travessia Cobiçado–Ventania
Com aproximadamente 12 km de extensão, em grande parte percorridos sobre cristas de montanhas, o percurso passa por cumes conhecidos, como o Pico do Cobiçado, o Morro dos Vândalos, a Pedra do Diabo, o Tridente e o Alto do Ventania (atingindo cerca de 1.740 metros de altitude), oferecendo paisagens panorâmicas das cidades do Rio de Janeiro e Petrópolis.
Trilha Uricanal
Ao longo de 6 km, faz a ligação estratégica entre os bairros do Caxambu e do Bonfim. Tem como marca registrada o acompanhamento do leito do rio, com poços e pequenas cachoeiras adequados para banho e descanso, além da opção de visita a um bosque de pinheiros centenários.
Morro do Açu
Com 2.216 metros de altitude, é acessado pela sede do PARNASO, no Vale do Bonfim, passa pela Cachoeira Véu de Noiva (30 metros de queda, ideal para a prática de rapel e cachoeirismo) e leva a formações rochosas dos Castelos do Açu. É muito procurada para pernoite e contemplação do nascer do sol.
Travessia Petrópolis–Teresópolis e a Pedra do Sino
Conecta o Morro do Açu à Pedra do Sino em um trajeto de 9 km pela parte alta da Serra dos Órgãos. O visitante percorre seis vales e campos de altitude repletos de plantas endêmicas, com vistas para até sete municípios fluminenses.
O ponto alto do circuito é a Pedra do Sino, a 2.275 metros de altitude, marco do montanhismo nacional. A descida até a sede do PARNASO, em Teresópolis, se dá por 11,5 km de trilha, passando pela Cachoeira do Papel e se conectando ao trecho inicial da rota.
Como chegar e o que fazer
A rota pode ser acessada por diferentes municípios, como Magé, Petrópolis, Teresópolis, Guapimirim e Nova Friburgo. O viajante tem a liberdade de planejar desde passeios curtos de um dia até expedições de vários dias.
Entre as principais atividades disponíveis ao longo do trajeto estão:
-
Observação de fauna e flora
-
Observação de aves (birdwatching)
-
Mirantes e contemplação nos picos
-
Banhos de cachoeira e poços naturais
-
Visitas a grutas e museus históricos
Trilhas de longo curso
Atualmente, o Brasil conta com 246 trilhas, que passam por 327 unidades de conservação (UC). Juntas, as trilhas possuem mais de 25.000 km planejados. Cada rota é identificada por uma logomarca em formato de pegada, nas cores preta e amarela, que podem ser personalizadas inserindo, dentro do formato de pegada, um desenho próprio que a represente.
As atividades mais praticadas em uma trilha de longo curso são as caminhadas, não se resumindo a essa prática. O visitante pode encontrar diversas outras atividades, como cicloturismo, canoagem, montanhismo, observação de aves, corridas, campismo, observação de fauna, flora ou formações geológicas, dentre outros atrativos.
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
-
ESPORTES3 dias atrásPalmeiras inicia preparação para jogo de volta contra o Fortaleza; Gómez treina no gramado e Paulinho vira preocupação
-
CUIABÁ4 dias atrásConfira a programação completa do Mato Grosso AgroFestival, que começa nesta sexta-feira em Cuiabá
-
OAB MT4 dias atrásOAB-MT oferece condições especiais para regularização de débitos
-
ESPORTES2 dias atrásCom expulsão polêmica, Santos vence o Remo e confirma vaga nas quartas da Copa do Brasil
-
VÁRZEA GRANDE4 dias atrásComunidade do Formigueiro inaugura primeira biblioteca comunitária e amplia acesso à leitura e à cultura
-
VÁRZEA GRANDE4 dias atrásAliança pela Água reativa três poços e reforça abastecimento com mais de 1,5 milhão de litros por dia em Várzea Grande
-
EMPREGO4 dias atrásEmpresas com 100 ou mais empregados devem atualizar informações para o 6º Relatório de Transparência Salarial
-
CUIABÁ3 dias atrásOperação Cidade Limpa chega à Avenida Palmiro Paes de Barros nesta quarta-feira




