POLÍCIA
Polícia Civil prende mulher condenada por tráfico e homem foragido por roubo
POLÍCIA
A Delegacia de Tapurah cumpriu nesta quarta-feira (07.02) dois mandados de prisão contra foragidos da justiça estadual pelos crimes de tráfico de drogas e roubo.
Um dos mandados de prisão definitiva foi contra uma mulher de 24 anos que foi condenada pelos crimes de tráfico, associação para o tráfico e receptação.
O crime ocorreu em maio de 2022, quando ela foi presa em flagrante pela Polícia Civil. A decisão judicial concedeu o benefício de prisão domiciliar diante da gravidez da investigada. Contudo, posteriormente em ação de destituição do poder familiar oferecida pelo Ministério Público Estadual, a prisão domiciliar foi revogada e expedido mandado para cumprimento da pena em regime fechado.
Após o cumprimento domandado, ela será encaminhada à uma unidade prisional feminina.
Prisão por roubo
O segundo mandado cumprido pela Delegacia de Tapurah foi contra o autor de um roubo ocorrido no município de Lucas do Rio Verde, no dia 19 de janeiro deste ano.
Na ação criminosa, três homens armados invadiram uma residência e fizeram a vítima de refém, que foi também ferida com uma coronhada na cabeça por um dos suspeitos. Durante a fuga, dois deles foram presos em flagrante e um conseguiu escapar.
Após investigações e troca de informações entre as equipes das Delegacias de Lucas do Rio Verde e Tapurah foi possível chegar à identificação do suspeito foragido, C.G.A.S. de 23 anos, e foi representada pela sua prisão preventiva.
Após a prisão nesta quarta-feira, o investigado foi conduzido à Delegacia de Tapurah e depois será encaminhado ao centro de detenção de Lucas do Rio Verde.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre 90 mandados para desarticulação de esquema de lavagem de capitais de facção criminosa
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Fluxo Oculto, para cumprimento de 90 ordens judiciais, com foco no combate à atuação de uma facção criminosa com ramificações interestaduais, voltada ao tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Os mandados foram deferidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Sinop, com base na terceira fase de investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) do município.
Ao todo são cumpridos 13 mandados de prisão, 19 de busca e apreensão, além de 58 medidas judiciais diversas com foco no avanço das investigações e desarticulação patrimonial e financeira do grupo criminoso.
As ordens judiciais são cumpridas nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. Em Mato Grosso, os mandados são cumpridos nos municípios de Sinop, Cláudia, Rondonópolis, Várzea Grande e Cuiabá.
Entre os alvos, estão três lideranças do grupo criminoso, apontadas como responsáveis pela coordenação das atividades ilícitas e pela gestão financeira do grupo. Ao todo, são investigadas 31 pessoas físicas e duas pessoas jurídicas, suspeitas de participação direta ou indireta nas atividades criminosas.
Com foco na descapitalização da facção criminosa, foi determinado o bloqueio de ativos financeiros dos investigados, na soma que alcança R$ 9,3 milhões.
Lavagem de dinheiro
As investigações conduzidas pela Draco de Sinop identificaram que integrantes de uma facção criminosa utilizavam empresas formalmente constituídas para ocultar e conferir aparência lícita aos recursos provenientes do tráfico de drogas.
Entre os estabelecimentos investigados está um supermercado localizado no município de Cláudia, que, seria utilizado para promover a troca de dinheiro oriundo da atividade criminosa por recursos aparentemente legais, inserindo os valores ilícitos no sistema financeiro formal.
As apurações também revelaram que parte dos valores arrecadados com a venda de drogas em Mato Grosso era encaminhada ao estado do Rio de Janeiro, sendo evidenciada a existência de uma rede estruturada para movimentação financeira e distribuição dos recursos da facção criminosa.
De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Eugênio Rudy Junior, o grupo desenvolveu um esquema de lavagem de capitais destinado a dificultar a identificação da origem dos recursos provenientes da comercialização de entorpecentes.
“As investigações demonstraram que a facção criminosa utilizava empresas legalmente constituídas para mascarar a origem ilícita dos valores obtidos com o tráfico de drogas. O objetivo era conferir aparência de legalidade ao dinheiro e permitir sua circulação no mercado formal, dificultando a atuação dos órgãos de persecução criminal”, destacou o delegado.
Fases anteriores
A Operação Fluxo Oculto representa a terceira fase de uma investigação iniciada em 2025, quando equipes da Draco de Sinop realizaram a prisão em flagrante de dois integrantes da facção criminosa no município de Cláudia. Com o avanço das investigações, foi possível identificar a estrutura operacional do grupo, seus integrantes e os mecanismos utilizados para ocultar os lucros obtidos com o tráfico de drogas.
Em março de 2026, foi deflagrada a Operação Aurora Fronteiriça, ocasião em que a Draco de Sinop apreendeu 525 quilos de cocaína e pasta base de cocaína, pertencentes ao mesmo grupo criminoso, representando uma das maiores apreensões de entorpecentes já realizadas no âmbito da investigação.
Na sequência, em maio de 2026, foi deflagrada a segunda fase da operação, denominada Operação Vinculum Sanguinis, que resultou na apreensão de 25 quilos de pasta base de cocaína, R$ 169 mil em dinheiro, na prisão em flagrante de três pessoas ligadas à organização criminosa e no sequestro judicial de mais de R$ 3 milhões em bens e valores pertencentes aos investigados.
Com o avanço das diligências, a Draco identificou que o grupo criminoso não se limitava ao tráfico de drogas em larga escala, mas mantinha uma complexa estrutura financeira destinada à ocultação e dissimulação dos recursos ilícitos obtidos com a atividade criminosa.
A descoberta desse esquema deu origem à terceira fase da investigação, denominada Operação Fluxo Oculto, voltada especificamente à identificação dos responsáveis pela movimentação financeira da facção criminosa, ao rastreamento dos valores e à descapitalização do grupo.
As investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos e dos dados obtidos a partir das medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
-
POLÍCIA6 dias atrásPolícia Militar conduz dois faccionados com arma de fogo e drogas
-
POLÍTICA6 dias atrásAL terá debate sobre autismo, meio ambiente, saúde e homenagens a personalidades de MT
-
POLITÍCA NACIONAL7 dias atrásCâmara promove debate em BH sobre aumento do limite de faturamento do MEI
-
POLÍCIA6 dias atrásPolícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá
-
AGRONEGÓCIO5 dias atrásEmbrapa investe quase R$ 60 milhões em nova unidade para o Matopiba
-
ESPORTES2 dias atrásFrança supera paralisação de duas horas e vence Iraque pela Copa do Mundo
-
Sinop6 dias atrásAlunas da Escola Municipal de Artes de Sinop são pré-selecionadas para a Escola Bolshoi
-
POLÍCIA2 dias atrásPolícia Civil prende mulher suspeita de tráfico de drogas em Canarana



