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Polícia Civil investiga organização criminosa envolvida na grilagem de terras e comércio de armas de fogo no nordeste de MT

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A Polícia Civil deflagrou nesta quarta-feira (05.06), em Confresa, a Operação Asteya contra uma organização criminosa envolvida em esquemas de grilagem de terras, lavagem de capitais, comércio ilegal de armas de fogo, entre outros delitos na região nordeste de Mato Grosso.

Foram cumpridas 12 ordens judiciais, sendo quatro de busca e apreensão, quatro de sequestro de bens e outras quatro de bloqueio de valores contra os investigados.

Entre os alvos da operação está um policial militar de Porto Alegre do Norte, investigado como um dos líderes do grupo. O soldado, preso em flagrante no ano passado ao tentar grilar terras em Água Boa, movimentou aproximadamente R$ 2 milhões de reais em menos de dois anos, conforme apontaram as investigações.

Outros membros do grupo já foram presos ou condenados por diversos crimes, como tráfico de drogas, homicídio e comércio ilegal de armas de fogo. Os elementos probatórios reunidos pela Delegacia de Confresa indicam ligações do grupo com uma facção paulista, evidenciadas pela participação de um membro daquela organização criminosa.

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“Essa operação é crucial para desarticular uma rede criminosa que tem causado grandes prejuízos e insegurança na região. Estamos determinados a continuar as investigações e levar todos os envolvidos à justiça”, salientaram os delegados responsáveis.

A Operação Asteya reflete o compromisso da Polícia Civil no combate ao crime organizado e a instituição destaca o papel importante da população em colaborar com informações que possam ajudar nas investigações em andamento.

Asteya vem do sânscrito, que significa agir com honestidade e integridade e visa expor e desmantelar toda a rede criminosa investigada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Falsa Vantagem para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.

Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

A operação integra os trabalhos de investigação que apuram a atuação de um grupo suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas. As investigações apuram os crimes de extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa.

Entre os alvos estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A operação tem como objetivo apurar como os fatos ocorriam, se a prática criminosa era habitual, identificar desde quando o grupo atuava e localizar outras possíveis vítimas.

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Promessa de influência

De acordo com as investigações, o grupo teria prometido a familiares de um condenado a anulação da pena imposta pela Justiça, afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões, cobrando o pagamento de R$ 150 mil em espécie pela garantia do benefício.

Segundo o apurado, a solicitação do pagamento em espécie teria sido utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos valores. Porém, a medida resultou apenas na redução da pena do condenado, e não em sua anulação, conforme havia sido prometido.

Insatisfeito com o resultado, o beneficiário passou a exigir a devolução dos valores pagos, circunstância que também é objeto da investigação.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os mandados buscam apreender aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de outros eventuais envolvidos.

Nome da operação

O nome “Falsa Vantagem” faz referência à promessa de obtenção de influência sobre decisões judiciais em troca de pagamento, criando nas vítimas a falsa expectativa de que haveria garantia de resultados favoráveis perante o Poder Judiciário.

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As investigações prosseguem para apurar a extensão do esquema criminoso, identificar outras possíveis vítimas e individualizar a participação de cada investigado.

Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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