MATO GROSSO
Sinfra informa que trânsito na ponte do Rio Claro está liberado após correção de problema
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito sobre a ponte do Rio Claro, na MT-251, entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, está fluindo normalmente, com passagem de veículos dos dois lados. A Sinfra-MT ainda reforça que não há riscos estruturais na ponte.
Uma equipe trabalhou ininterruptamente no local e conseguiu liberar o trânsito no início da madrugada desta terça-feira (30.01), em menos de 24 horas após o início da recuperação da via.
Na segunda-feira (29), o trânsito precisou ser parcialmente interditado em um dos lados da pista, depois do surgimento do buraco na cabeceira da ponte. Na mesma manhã, uma equipe de engenheiros da Sinfra-MT foi até o local para verificar o problema e começar a trabalhar em suas soluções.
Segundo a secretária adjunta de Obras Rodoviárias da Sinfra-MT, engenheira Nivia Calzolari, dois fatores provocaram a abertura do buraco: um muro de contenção na parte inferior da ponte colapsou, provocando deslizamento do material do aterro da ponte. Ao mesmo tempo, uma infiltração no pavimento provocou o buraco.
Depois de identificado o problema, a Sinfra-MT trabalhou nas soluções. Para estabilizar o aterro da ponte, foi utilizada uma técnica de engenharia conhecida como “Rip Rap”, que consiste na utilização de sacos com mistura de solo e cimento. Na parte superior, a via foi recuperada com brita graduada e asfalto.
Ainda será realizado outro trabalho na parte inferior da ponte, que consiste na construção de um muro de contenção do tipo gabião, para proteger o aterro da cabeceira e impedir novos deslocamentos de terra.
Fonte: Governo MT – MT
MP MT
MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida
A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.
Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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