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Em celebração ao Dia da Árvore Comarca de Itiquira realizou evento com alunos da rede municipal

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MATO GROSSO

A Comarca de Itiquira (a 357 km ao sul de Cuiabá) realizou uma programação especial em alusão ao Dia da Árvore, que é celebrado amanhã (21/09). No último dia 15 de setembro, 43 alunos entre 8 a 11 anos, da rede municipal de ensino das escolas Anfilófio de Souza Campos e José Rodrigues da Silva, participaram de palestra com foco na conscientização ambiental e plantaram 50 mudas de árvores, no fórum da cidade.
 
Segundo a juíza da Vara Única de Itiquira, juíza Fernanda Mayumi Kobayashi este foi o primeiro evento da Comarca em comemoração ao Dia da Árvore e contou com o apoio da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Proteção Ambiental de Rondonópolis e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Itiquira.
 
“Gostaria de agradecer a parceria no evento do tenente-coronel, Renato Carneiro Macedo, do Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Paulo Donato Cavalcante Júnior, dos professores Nélisson e Alex Melo, das monitoras de educação especial Florinda e Ariane e do Diretor Tuka Maia. Este encontro faz parte de um trabalho contínuo realizado na região de conscientização dos alunos sobre a importância da sustentabilidade. Ele também reforça o nosso compromisso com este tema, em alinhamento ao primado do meio ambiente ecologicamente equilibrado (art. 225, CF88) e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável nº 13 e 15 (ODS – ONU)”, afirmou.
 
Durante o evento os policiais militares ambientais, o 2º agt. da Polícia Militar, Marçal Martins de Assunção e o cabo da PM, Marcos Antônio de Paula Paim, ministraram palestra com foco na conscientização ambiental, abordando temas como desmatamento, queimadas, poluição, extinção das espécies, mudanças climáticas e o uso não sustentável dos recursos naturais. “Eles também explicaram o papel da Polícia Ambiental no controle dessas condutas, convidando as crianças a serem parceiros nesta luta”, contou a magistrada.
 
Houve, ainda, a exposição de animais taxidermizados, ocasião em que os alunos puderam conhecer e tocar espécies nativas como tucano, arara, seriema, quati, frango d’água, socó, capivara, paca, veado, jacaré de papo amarelo e irara. Eles também aprenderam sobre a fauna e a flora, os hábitos desses animais nativos da região e os cuidados que devem ter para preservação das mesmas.
 
Ao final do evento a criançada plantou 50 mudas de árvores frutíferas, floríferas, medicinais e plantas ornamentais no pátio do fórum de Itiquira. As mudas foram doadas pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, de diferentes espécies, dentre as quais: Acerola, Camu-camu, Café, Tamarindo, Banana, Pitanga, Goiaba, Ipê Mirim, Palmeira Jussara, Primavera, Oiti, Pau Brasil, Sabão de Soldado, Espada de São de Jorge, Punhal, Justiça Vermelha, Babosa e Caferana.
 
#ParaTodosVerem: esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Imagem 1: Foto vertical colorida. Alunos, professores, policias militares e equipe do Poder Judiciário posam enfileirados, em frente ao Fórum de Itiquira. Imagem 1: Foto horizontal colorida. Alunos e professorem plantam as mudas no pátio do Fórum de Itiquira.
 
Larissa Klein 
Assessoria de Imprensa CGJ
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MP MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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