MATO GROSSO
Inscrições para cursos de qualificação ofertados pela Seciteci terminam nesta sexta-feira (18)
MATO GROSSO
Estão disponíveis oportunidades de aprendizagem nas áreas de Inglês Aplicado a Serviços Turísticos, Aspectos Legais, Tributários e Trabalhistas do MEI, Matemática Financeira e Noções de Finanças, Gestão de Custos e Formação de Preço de Venda, Estratégias de Vendas e Negócios Digitais, Gestão e Planejamento Financeiro, Processamento de frutas, Formação de preço e técnicas de vendas, Empreendedorismo, e Processamento de Hortaliças.
Após concluírem todos os cursos das áreas de Qualificação Profissional em Microempreendedor Individual (MEI) e Qualificação Profissional em Produtor de Frutas e Hortaliças Processadas com Uso do Frio, os alunos receberão seus certificados.
O diretor da Escola Técnica Estadual de Educação Profissional e Tecnológica de Lucas do Rio Verde, José Otacílio Mainardi, afirma que, em breve, o município será um centro logístico que receberá pessoas do mundo todo e, por isso, a demanda por pessoas que conheçam a língua inglesa, em um ambiente de agronegócio com atuação mundial, é fundamental.
“O município tem se preparado para receber as pessoas que vêm a negócios, por isso ofertamos esse curso de Inglês aplicado a Serviços Turísticos. Os outros cursos são focados na qualificação de pequenos empreendedores. Com o grande desenvolvimento da cidade, é uma setor de grande demanda, e esses cursos acontecem dentro do Núcleo de Atendimento ao Pequeno Empreendedor (Nape), que é um projeto da ETE financiado pela Fapemat, do Governo do Estado. Os cursos pretendem atender pequenos agricultores, pequenos negócios e mulheres de baixa renda, cumprindo a função social da escola”, explicou o diretor.
A Escola Técnica Estadual de Educação Profissional e Tecnológica de Lucas do Rio Verde está localizada na Avenida Santa Catarina 1217 E, no bairro Cidade Nova.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.
Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.
As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.
Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.
Modo de atuação
De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.
No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.
Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.
Lavagem de dinheiro
As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.
Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.
O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.
“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.
Operação Janus
O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.
Fonte: Governo MT – MT
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