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PM prende suspeito de furto de gado e recupera parte do dinheiro da venda de animais

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MATO GROSSO

Policiais militares prenderam um homem de 53 anos por furto de gado e porte ilegal de arma de fogo, nessa terça-feira (08.08), em Peixoto de Azevedo. A prisão ocorreu após duas vítimas procurarem a polícia para denunciá-lo.

Com o suspeito, a PM apreendeu dois revólveres, uma espingarda e recuperou a quantia de R$ 8,8 mil em dinheiro que ele tinha recebido pela venda dos animais de uma pessoa que não sabia da procedência dos bovinos.

O homem que comprou o gado furtado disse que teria pago a quantia de R$ 10 mil em dinheiro para o suspeito e apresentou comprovantes das transações financeiras correspondentes ao saque, e informou o endereço onde o criminoso residia.

Os militares abordaram o homem de acordo com as características informadas pelas vítimas e, em revista, encontraram um revólver calibre .38 com cinco munições, além da quantia em dinheiro.

Questionado sobre as denúncias, o suspeito confirmou o crime e disse que já tinha gastado parte do dinheiro entregue pela vítima que comprou o gado furtado. Ainda em depoimento, o homem disse que tinha mais armas na casa dele e levou a PM até o local, onde foram localizados o revólver calibre .38 e uma espingarda de calibre 22 adulterada.

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O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Delegacia de Peixoto de Azevedo, com todo o material apreendido.

O proprietário do gado furtado e a vítima que tinha feito a compra crime entraram em um acordo.

Fonte: Governo MT – MT

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MP MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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