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Polícia Civil prende seis pessoas por crimes ambientais em Feliz Natal

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Seis pessoas foram presas pela Polícia Civil, na operação “Mata Adentro”, deflagrada pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) nesta terça-feira (08.080, em Feliz Natal, na região norte do estado.

A ação faz parte do desdobramento das investigações que apuram práticas criminosas reiteradas contra a flora, com desmatamento ilegal ocorridos em áreas da região de Nova Ubiratã e Feliz Natal.

A ação resultou também na apreensão de três motocicletas, dois veículos, um caminhão e um trator. Os seis suspeitos foram encaminhados para a Delegacia de Feliz Natal, onde estão sendo ouvidos.

Os conduzidos responderão por furto qualificado mediante concurso de pessoas e crimes ambientais previstos na Lei 9.605/98, como danos à vegetação primária ou em regeneração, destruição de florestas nativas ou plantadas, uso de florestas sem licença ou registro da autoridade competente.

Conforme a delegada titular da Dema, Liliane Murata, após a Operação Ronuro, deflagrada pela Polícia Civil em maio deste ano, as denúncias de crimes contra a flora têm chegado com maior frequência.

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“As informações têm cooperado com os trabalhos de enfrentamento ao desmatamento ilegal na região e a operação Mata Adentro desencadeou essas investigações no norte de Mato Grosso”, pontuou a delegada.

Operação

O nome faz referência à região de mata fechada, onde as investigações tiveram início e levando em consideração o grau de dificuldade das diligências policiais.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

Influência externa

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As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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