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Polícia Civil e Sema fecham garimpo por degradação ao meio ambiente em Poconé

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Uma operação conjunta com objetivo de checar denúncias de desmatamento ilegal na área de uma mineradora e de um garimpo no município de Poconé (104 km ao sul de Cuiabá) foi deflagrada pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema) com apoio da Delegacia de Poconé, Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

Quatro pessoas que estavam atuando com desmatamento e extração ilegal de ouro responderão por crime ambiental. A ação resultou ainda no fechamento de um garimpo da região.

A operação denominada “Guardiões do Pantanal” foi deflagrada após denúncia de degradação ambiental recebida pela Dema em uma mineradora e em um garimpo ilegal na região do município de Poconé. Com base nas denúncias, 12 agentes entre policiais civis e servidores da Sema e Politec fiscalizaram a região, não sendo confirmada a denúncia de desmatamento em relação à mineradora.

Em diligências na área de garimpo, após perícia, foi constatado o desmatamento e a extração ilegal de ouro no local, sendo encontrados maquinários que estavam sendo utilizados para a degradação do meio ambiente.

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No local, foram apreendidos dois motores estacionários e uma escavadeira hidráulica. Outros dois motores estacionários utilizados para extração do ouro foram destruídos em razão da dificuldade de retirada de dentro da área de escavação. O garimpo foi embargado e fechado pelas equipes responsáveis pela operação.

Quatro funcionários que estavam no local foram conduzidos à Delegacia de Poconé, onde assinaram o Termo Circunstanciado de Ocorrência por crime ambiental. As investigações seguem em andamento e o responsável pelo garimpo e outros envolvidos responderão em inquérito policial pela prática do crime.

A Delegada, Liliane Murata, afirma que essa é rotina da DEMA e que sim a DEMA atuará dentro de sua competência no combate aos ilicitos ambientais com foco na colaboração e preservação bioma pantaneiro matorgrossense.

Fonte: PJC MT

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Operação da Polícia Civil mira membros de facção criminosa que atuam no norte de MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (30.6), em Sinop, a Operação Extensão para cumprir dois mandados de busca e apreensão domiciliar contra investigados por integrarem uma facção criminosa na região norte do Estado.

Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 55 mil nas contas de um dos investigados, medida destinada a impedir a movimentação de valores supostamente vinculados às atividades criminosas.

Os mandados foram decretados pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco) de Cuiabá, que apuram os crimes de organização criminosa e lavagem de capitais.

O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop. A operação teve como alvo principal L.S.P., conhecido como “Sapateiro”, apontado como integrante da facção criminosa na região norte do Estado.

Influência externa

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As investigações tiveram início em 2024, quando o principal alvo da investigação foi transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, no Paraná. Porém, mesmo custodiado, ele continuaria exercendo influência sobre as atividades da facção criminosa.

Segundo as apurações, os alvos das buscas desempenham funções estratégicas para a estrutura criminosa, executando ordens repassadas pela liderança da facção, seja na distribuição fragmentada de valores provenientes das atividades ilícitas, seja na operacionalização das ações necessárias para a manutenção e o fortalecimento do grupo criminoso.

Durante as investigações, também foram identificados indícios de uma estrutura composta por operadores responsáveis pela movimentação financeira, suporte logístico, habilitação de linhas telefônicas, ocultação patrimonial e utilização de terceiros para dificultar o rastreamento dos valores obtidos de forma ilícita.

Com base nos elementos colhidos, a Polícia Civil representou pelas medidas judiciais, que foram deferidas pela Justiça. As buscas têm como objetivo apreender aparelhos celulares, documentos, mídias e outros elementos que contribuam para o avanço das investigações, bem como identificar novos integrantes e fortalecer as provas relacionadas aos crimes investigados.

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Operação Extensão

O nome da operação faz referência à estratégia adotada pela facção criminosa de ampliar a atuação de sua principal liderança por meio de integrantes e pessoas interpostas que, mesmo sem vínculo direto e aparente com o líder preso, executariam suas determinações, permitindo a continuidade das atividades criminosas e estendendo a influência da facção na região.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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