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Vara de Direito Agrário de Cuiabá estabelece teletrabalho até quinta-feira

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MATO GROSSO

A juíza da 2ª Vara Cível Especializada em Direito Agrário, Adriana Sant’Anna Coningham, da Comarca de Cuiabá, estabeleceu regime de teletrabalho na unidade judicial de terça a quinta-feira (14, 15 e 16 de fevereiro), para que o setor de infraestrutura do Judiciário realize a migração de pontos de telecomunicações na secretaria e gabinete da Vara.
 
Nesse período, haverá a suspensão das atividades presenciais, exceto no dia 15 (quarta-feira), quando será mantida a audiência de conciliação designada para às 14h. A audiência será realizada no auditório do Fórum de Cuiabá.
 
Os(as) servidores(as) desenvolverão o expediente forense, das 12h às 19h, de forma remoto e o atendimento a(aos) advogadas(os), membros do Ministério Público, da Defensoria Pública e partes, será exclusivamente pelos canais de acesso permanente, disponibilizados no site do Tribunal de Justiça (TJMT)
 
Os contatos também constam na Portaria n.02/2023, expedida pela magistrada com as determinações.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ MT

25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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