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Quem tem a maior torcida de Mato Grosso?

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Uma polêmica se instaurou em Cuiabá nessa última semana. Após uma declaração do Vice Presidente de futebol do Cuiabá, Cristiano Dresch de que atualmente o Dourado possui a maior torcida do estado de Mato Grosso, o gestor do Tigre, Dorileo Leal afirmou que isso é uma balela e que a torcida do Mixto continua sendo a maior e provará isso com a presença em massa na partida contra o Operário FC no próximo sábado (21).

Mas e aí? Qual a maior torcida de Mato Grosso?

Claro que sem fazer uma pesquisa com os torcedores, fica difícil saber qual a maior, porém podemos discutir qual torcida é mais engajada com seu clube e podermos chegar à alguma conclusão.

O Cuiabá está na crista da onda, time de Série A, todo ano disputando a Copa do Brasil, na temporada atual disputou a Copa Sul-Americana, mas como foi a média de público do Dourado nessas competições?

Pegando primeiro como base o Campeonato Estadual deste ano, o Dourado na primeira fase teve uma média de público que foi apenas a quarta maior, com uma média de 744 pagantes, teve a presença aumentada na semifinal contra o Dom Bosco e na final contra o União. A final na Arena Pantanal contou com 4.140 pagantes, porém a maior média da competição ficou com o União de Rondonópolis, que na primeira partida da final colocou 7.305 pagantes.

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Na Copa Sul-Americana o Dourado teve uma média de 6.106 pagantes, o maior público foi na estreia contra o Melgar-PER com 8.573 pagantes. Considerando que a capacidade da Arena Pantanal é de 44 mil pessoas, a taxa de ocupação do estádio em jogos do Cuiabá não chega a 15%.

Já pelo Brasileiro da Série A deste ano, o Cuiabá fez dois jogos na Arena Pantanal até o momento, contra Fluminense (maior público) e Atlético-GO. A média, por enquanto, é de 7.100 torcedores. Elevando a taxa de ocupação, neste caso, para 16%.

Já o Mixto, atuando na segunda divisão estadual tem apenas um jogo como mandante, e teve um público de 1.855 pagantes no estádio Eurico Gaspar Dutra, e considerando a capacidade de 7.500 torcedores, a taxa de ocupação no estádio foi de cerca 25%. E se levar em conta que a estreia na competição foi contra o Paulistano, que mandou seu jogo no Dutrinha, o Mixto também lotou o estádio. Neste quesito a torcida mixtense, considerando os adversários, tem um engajamento maior que a torcida auriverde.

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Outro ponto em que podemos comparar o engajamento das torcidas é na loteria chamada Timemania. O Mixto esteve presente nos bilhetes de aposta até janeiro deste ano, com a mudança do decreto, Cuiabá e Luverdense entraram na Timemania e o Mixto ficou de fora.

No ano de 2021 o Mixto teve um total de 715.847 apostas, já o Cuiabá em levantamento até abril deste ano, teve um total de 173.884 apostas. Em uma ação da torcida no final do ano passado, o Mixto foi o quinto colocado no volume de apostas.

Outro dado que não conseguimos levantar números mais precisos foi na venda de camisa. Os dois clubes no caso são sucesso de vendas entre seus torcedores.

Uma coisa é certa, o Mixto voltou a incomodar e, não por acaso, Cristiano Dresch deu essa cutucada na torcida mixtense. E quem ganha com isso é o futebol mato-grossense que precisa da rivalidade para se reerguer. O Cuiabá só continuará forte tendo seus rivais locais também fortes, e o Mixto é quem pode em menor prazo, bater de frente com o Dourado.

E pra você, quem é a maior torcida de Mato Grosso?

 

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Fluminense cede empate ao Vitória no Maracanã e amplia jejum de vitórias

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Fluminense e Vitória empataram por 2 a 2 neste sábado (09-05), no Maracanã, em duelo válido pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time carioca marcou com John Kennedy e Serna, enquanto Renê e Renato Kayzer balançaram as redes para a equipe baiana.

O resultado aumentou a sequência sem vitórias do Tricolor, que agora soma quatro partidas sem vencer considerando todas as competições. Antes do empate deste sábado, o Fluminense havia sido derrotado por Bolívar e Internacional, além de ter empatado com o Independiente Rivadavia no meio de semana, pela Libertadores.

Na tabela, o Fluminense desperdiçou a chance de voltar à vice-liderança, posição ocupada pelo Flamengo. A equipe permanece em terceiro lugar, com 27 pontos. Já o Vitória chegou aos 19 pontos e se mantém na nona colocação.

O jogo

A partida começou movimentado. Aos 14 minutos, o Fluminense chegou com perigo em uma troca rápida de passes. Acosta encontrou Nonato dentro da área, e o volante finalizou de primeira, mas para fora.

A abertura do placar veio aos 36 minutos. Após cobrança de escanteio de Acosta e uma sobra deixada pela defesa do Vitória, John Kennedy apareceu livre para bater com categoria no canto esquerdo de Lucas Arcanjo.

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Na etapa final, o Vitória reagiu. Aos 18 minutos, Luan Cândido foi derrubado na área por Alisson, e o árbitro marcou pênalti após consultar o monitor do VAR. Renato Kayzer assumiu a cobrança e converteu, deslocando Fábio.

Quatro minutos depois, o time baiano virou o placar. Em um contra-ataque rápido, Kayzer serviu Renê, que cortou para o meio e acertou um chute forte no canto direito do goleiro tricolor.

Quando a vitória do Vitória parecia encaminhada, o Fluminense buscou o empate nos acréscimos. Aos 46 minutos, John Kennedy fez belo passe em profundidade para Serna, que encobriu Lucas Arcanjo com uma cavadinha precisa e deixou tudo igual no Maracanã.

Agora, os dois times voltam as atenções para a Copa do Brasil. O Fluminense enfrenta o Operário-PR na terça-feira, dia 12, às 21h30, no Maracanã. Já o Vitória recebe o Flamengo na quinta-feira, dia 14, no Barradão, também às 21h30.

FICHA TÉCNICA
Fluminense 2 x 2 Vitória
Competição Campeonato Brasileiro
Local Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data 09 de maio de 2026 (sábado)
Horário 18h (de Brasília)
Cartões amarelos Renato Kayzer (Vitória), Alisson (Fluminense), Ramon (Vitória), Riquelme Felipe (Fluminense) e Renê (Fluminense)
Cartões vermelhos Nenhum
Árbitro Bráulio da Silva Machado (SC)
Assistente 1 Thiaggo Americano Labes (SC)
Assistente 2 Alex dos Santos (SC)
VAR Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC)
Gol do Fluminense John Kennedy, aos 36′ do 1º tempo
Gol do Vitória Renato Kayzer, aos 18′ do 2º tempo
Gol do Vitória Renê, aos 22′ do 2º tempo
Gol do Fluminense Kevin Serna, aos 46′ do 2º tempo
Fluminense Fábio; Samuel Xavier (Guga), Ignácio, Millán e Renê; Nonato (Castillo), Alisson (Hércules) e Acosta; Savarino (Riquelme Felipe), John Kennedy e Soteldo (Serna). Técnico: Luis Zubeldia
Vitória Lucas Arcanjo; Nathan Mendes (Neris), Edenílson, Caique (José Breno), Luan Cândido e Ramon; Baralhas (Ronald), Zé Vitor e Martínez; Renê (Renzo López) e Renato Kayzer (Tarzia). Técnico: Jair Ventura

Fonte: Esportes

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