AGRONEGÓCIO
Autoconhecimento e performance em Gestão de pessoas são temas da Academia de Liderança
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Autoconhecimento e performance em Gestão de pessoas são temas da Academia de Liderança
Promovido pela Aprosoja-MT, o treinamento do primeiro módulo ocorre entre os dias 7 e 9 de junho, na sede da entidade em Cuiabá
07/06/2022
Trinta e dois delegados e delegadas da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) iniciaram, na manhã desta terça-feira (07), na sede da entidade, o primeiro módulo da Academia de Liderança, que tem como objetivo oferecer técnicas no desenvolvimento e aprendizado com excelência aos líderes da instituição.
“Como a entidade é gerida pelos produtores rurais, nossos associados, que de maneira voluntária passam uma temporada, seja na diretoria ou como delegado, é importante que tenham conhecimento do que ocorre de fato aqui na sede e aprenda como é a Academia de Liderança. Todos são líderes, mas esse processo de ajuste fino é extremamente importante para o nosso fortalecimento institucional. Queremos capacitar toda a classe e unir os produtores para nos representar no futuro”, enfatizou Cadore.
Com a palestra Autoconhecimento e Devolutiva MBTI, a facilitadora Cláudia Lisboa, trouxe conteúdos de como desenvolver a competência em lidar consigo mesmo, gerenciando as emoções e entendendo como as mesmas influenciam nos relacionamentos.
“O autoconhecimento é fundamental para qualquer “trilha” de conhecimento e aprendizado da liderança. A gente começa sempre por ela, não adianta eu não liderar, não ter meu autoconhecimento, porque eu não vou conseguir lidar com o outro. A liderança começa por mim, com a gestão do meu comportamento. A partir do momento que eu sei como funciona o meu conhecimento, eu consigo lidar com outras pessoas e automaticamente minha liderança fica muito melhor, e é isso que eu vou trabalhar com os participantes”, declarou a palestrante.
O produtor rural de Campo Verde e delegado da Aprosoja-MT, Cláudio Librelotto, afirmou que “essa é uma grande oportunidade de participar de um processo de autoconhecimento, de modo a reforçar a liderança que há dentro de cada um nós. Agradeço a entidade por esse momento de treinamento que vai agregar para a minha vida e também para minha atuação como liderança, na família, nos negócios e junto aos meus pares”, declarou Cláudio.
Academia de Liderança – Foi criada pela Aprosoja-MT em 2008, com base em modelos acadêmicos existentes nos Estados Unidos. Após dois anos sem o treinamento, em razão da pandemia da Covid-19, o curso foi retomado pela entidade que realizará de junho a setembro quatro módulos.
Segue a programação dos próximos módulos da Academia de Liderança:
04 a 06 de julho – Cuiabá – 2º módulo – Comunicação
16 a 18/08 – Brasília-DF e Cuiabá – 3º módulo – Relações Governamentais
12 a 15/09 – Santos-SP – 4º módulo – Logística
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Com colheita quase concluída, alta do dólar eleva cotações e anima o setor
A valorização do dólar frente ao real garantiu um dia de altas praticamente generalizadas para os preços da soja nas principais praças de comercialização do Brasil na quarta-feira (27.05). A moeda norte-americana encerrou o dia com avanço de 0,66%, cotada a R$ 5,06, fator que compensou a estabilidade e a leve variação negativa de 0,06% nos contratos de julho da oleaginosa na Bolsa de Chicago, que fecharam a US$ 11,8525 o bushel. O movimento cambial estimulou as cotações domésticas tanto nos portos quanto nas regiões produtoras do interior.
O movimento ocorre em um momento em que os trabalhos de campo no País estão praticamente encerrados, restando pouco espaço para oscilações bruscas decorrentes de quebras de oferta. De acordo com o acompanhamento do setor, a colheita da safra entrou na reta final, consolidando um quadro de grande disponibilidade de grãos.
Em termos de volume total, as projeções oficiais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam para uma colheita estimada em 153 milhões de toneladas neste ciclo. O volume assegura o abastecimento interno e o cumprimento dos contratos de exportação, o que tende a limitar o potencial de altas expressivas nas cotações sem o suporte direto do câmbio.
Nos portos, o reflexo do avanço do dólar foi imediato. Em Paranaguá, o preço da saca de 60 quilos subiu R$ 1,00 em relação ao dia anterior, negociada a R$ 130,00. No terminal de Santos, o ganho foi de R$ 0,50, elevando a cotação para R$ 130,50. Já o porto de Rio Grande operou na contramão do movimento de alta e manteve a estabilidade, com a saca avaliada em R$ 128,00. No interior, os preços acompanharam a tendência dos portos paulista e paranaense, registrando valorização de R$ 1,00 nas praças de Ponta Grossa (R$ 125,00), Rondonópolis (R$ 111,00) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 115,00).
A partir de agora, o mercado passa a concentrar as atenções na estratégia de comercialização do produtor, que vinha retendo o grão físico à espera de melhores margens de lucro. Com o tamanho da safra definido, o foco logístico migra para a pressão sobre as tarifas de frete rodoviário e para a disputa por espaço nos armazéns, que começam a receber os primeiros volumes da colheita de milho safrinha.
Fonte: Pensar Agro
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