MATO GROSSO
Integrante de organização criminosa é preso com 26 tabletes de maconha em Cuiabá
MATO GROSSO
Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam um homem de 37 anos por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (04.05), em Cuiabá. Com o suspeito, que se identificou como membro de uma organização criminosa, foram apreendidos 26 tabletes de substância análoga a maconha.
Por volta de 22h30, a equipe da Força Tática recebeu denúncia anônima de moradores do bairro Areão, que informaram que estavam sofrendo com a circulação de pessoas estranhas e furtos, em decorrência do tráfico de drogas na região. A denúncia afirmou ainda que o morador de uma residência seria membro de uma organização criminosa e responsável pelo tráfico de drogas.
Com as informações, as equipes se deslocaram ao endereço informado e realizaram abordagem ao suspeito. Questionado sobre as denúncias de tráfico, o homem confessou que realizava reuniões de uma organização criminosa e comércio de entorpecentes em sua casa, e que as drogas estariam em seu quintal.
Em buscas pelo local, foram localizados 26 tabletes de substância análoga a maconha dentro de uma sacola. O suspeito revelou ainda que havia mais drogas em uma outra casa. Os policiais se deslocaram ao novo endereço informado e encontraram mais meio tablete da mesma substância.
Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes, junto com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
MP MT
MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida
A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.
Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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