VÁRZEA GRANDE
Prefeitura de VG apresenta potencial turístico, história e cultura na 30º edição da FIT Pantanal
VÁRZEA GRANDE
A prefeitura de Várzea Grande, por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo e de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, está participando da 30ª edição da Feira Internacional do Turismo do Pantanal (FIT Pantanal 2023), que será aberta logo mais às 17h, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O município estará representado com dois stands, um para divulgação do potencial turístico, receptivo e para apresentação de ações e suporte para empresas e empresários do trade turístico e um outro espaço, onde o artesanato local poderá ser apreciado e comercializado.
No Salão do Artesanato, estarão expostos parte do acervo da Casa de Artes, como famosa e internacional tapeçaria das redeiras de Limpo Grande, numa ação da superintendência de Cultura do Município, junto com a Teceart. No Espaço dos Municípios, stand 17, a Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo apresenta informações sobre o potencial da cidade, mostra de pontos turísticos e ainda informações relativas às linhas de crédito para fomento do setor que Várzea Grande intermedeia junto à Desenvolve MT. A FIT Pantanal é realizada pelo governo de Mato Grosso e pelo Sistema Fecomércio e segue até o dia 7.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Charles Caetano Rosa, explica que essa 30ª edição é muito importante para Várzea Grande. “Acabamos de elaborar o primeiro Mapa do Turismo da Cidade, uma organização que vai tornar os pontos de visitações em um roteiro seguro e estruturado. Nossa secretaria acabou de completar seu primeiro ano, em março passado, e o turismo é o setor que traçamos como prioritário para nossa atuação em 2023. Várzea Grande não pode mais ser ‘ponto de passagem’, vamos criar políticas públicas, parcerias e atrativos para reter o visitante e torná-lo um turista”.
Ainda conforme Charles, no primeiro ano da Pasta a missão era tornar a secretaria um referencial ao setor empresarial da cidade, bem como uma porta de entrada para novos investidores. “Felizmente, cumprimos nossa meta primária, estreitamos a relação entre o Município e os setores que movem a economia local e conseguimos ser apoio de cada um, grande, médio e pequeno negócio que nos procurou em busca de linhas de crédito, consultoria e solução de pendências”.
PONTOS TURÍSTICOS – No final do ano passado, a Superintendência de Turismo deu início à catalogação de pontos turísticos que vão integrar o primeiro roteiro de visitações oficial de Várzea Grande, a partir de agora.
Fazem parte do Mapa do Turismo de Várzea Grande, a Orla da Alameda Júlio Müller, as comunidades de Passagem da Conceição, Bonsucesso e Limpo Grande, a Casa de Artes, a igreja Nossa Senhora da Guia e Nossa Senhora do Carmo, a Caixa D´Água da Avenida Filinto Müller, a Fundação Memorial Júlio Campos, o monumento ao fundador da cidade na praça general Couto Magalhães, na bifurcação entre as Avenidas Couto Magalhães com Ponce de Arruda. E não acabou: Várzea Grande oferta três parques urbanos: Flor do Ipê, Tanque do Fancho – ao lado do Paço Municipal – e Bernardo Berneck. A segunda maior cidade de Mato Grosso é referência aos católicos. Reúne semanalmente milhares de pessoas no Rincão do Meu Senhor, no Cristo Rei, um espaço que se tornou ponto obrigatório ao turismo religioso.
Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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