VÁRZEA GRANDE
Ouvidoria do SUS em Várzea Grande: a voz da população na melhoria da saúde
VÁRZEA GRANDE
Canal garante transparência, escuta ativa e resposta rápida às demandas da população
A Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS) de Várzea Grande desempenha um papel fundamental na garantia da qualidade dos serviços de saúde oferecidos à população. O canal é um espaço aberto para que os munícipes possam registrar sugestões, reclamações, elogios e denúncias sobre o atendimento na rede municipal de saúde.
A ouvidoria funciona desde 2009 e vem desempenhando um papel fundamental entre a população e as unidades de saúde do Município contribuindo com a melhoria do atendimento.
Segundo a ouvidora do SUS, Elisangela Campos, na unidade em que atende, no bairro Cristo Rei, são realizados, em média, 30 atendimentos por dia. “O trabalho executado pelo órgão é baseado na transparência e na escuta ativa, e todas as manifestações da comunidade são analisadas, protocoladas e encaminhadas para os setores responsáveis para as devidas providências”, reforça a ouvidora.
Ela explica que após o registro da reivindicação, é gerado um número de protocolo possibilitando que o próprio ouvidor acompanhe a sua solicitação através dos canais de atendimento da unidade e o retorno para resposta das demandas tem sido de 15 dias, o que garante uma celeridade no retorno ao reclamante.
A Ouvidoria do SUS é um serviço gratuito e a população pode entrar em contato pelos seguintes canais:
Linha gratuita – 0800 647.0020
Whatsapp – (65) 98476.6557
E-mail: [email protected]
Presencialmente: Av. Dr. Manoel Vargas, n. 27, Cristo Rei – Várzea Grande
VÁRZEA GRANDE
Várzea Grande e Cuiabá articulam mesa técnica no TCE para fortalecer atendimento à população vulnerável
As Prefeituras de Várzea Grande e Cuiabá se reuniram nesta segunda-feira (22) com o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) para discutir pautas relacionadas à assistência social. Entre os temas debatidos estavam recursos financeiros, atendimento à população idosa, apoio às pessoas em situação de vulnerabilidade social, dados do Cadastro Único (CadÚnico) e o fortalecimento das políticas públicas do setor.
Segundo a Prefeitura de Várzea Grande, cerca de 78 mil famílias estão inscritas no CadÚnico, totalizando aproximadamente 166 mil pessoas cadastradas. O número representa pouco mais de 50% da população do município. Deste total, cerca de 22 mil famílias são beneficiárias do Programa Bolsa Família.
Conforme a prefeita Flávia Moretti, mais de 80% dos custos da assistência social são custeados com recursos próprios do município.
“A instituição dessa mesa técnica é de extrema importância porque, hoje, em Várzea Grande, mais de 80% dos custos da assistência social são mantidos com recursos próprios. Precisamos dialogar em um tripé formado por município, Estado e Governo Federal, com o apoio do Tribunal de Contas, para encontrar soluções e planejar os serviços oferecidos à população”, destacou a prefeita.
A secretária municipal de Assistência Social, Cristina Saito, informou que o município conta atualmente com quatro Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), um Centro POP e um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS). Segundo ela, a pasta dispõe de aproximadamente R$ 2 milhões mensais para atender a demanda do setor.
“A situação de vulnerabilidade social é muito grande em nosso município. Nosso orçamento ainda é insuficiente para atender uma demanda tão expressiva em Várzea Grande”, afirmou.
O presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social (Copspas) do TCE-MT, conselheiro Guilherme Maluf, responsável por propor a criação da mesa técnica, ressaltou a gravidade do cenário enfrentado pelas duas maiores cidades de Mato Grosso.
Segundo ele, Cuiabá e Várzea Grande somam cerca de 440 mil famílias cadastradas no CadÚnico.
“Queremos realizar um estudo aprofundado sobre a população vulnerável, especialmente idosos, pessoas em situação de rua e crianças que necessitam de acolhimento. Em um segundo momento, construiremos propostas voltadas à implementação de políticas públicas mais eficientes e de qualidade”, explicou.
A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão de Cuiabá, Hélida Vilela de Oliveira, informou que a Capital possui 119 mil famílias inscritas no CadÚnico. Para ela, a criação da mesa técnica permitirá o desenvolvimento de ações conjuntas e mais eficazes no enfrentamento das desigualdades sociais.
“Vamos unir esforços entre Cuiabá, Várzea Grande e o Tribunal de Contas para implantar medidas capazes de retirar essas pessoas da situação de vulnerabilidade. Apresentamos um diagnóstico da realidade e buscamos alternativas para desenvolver ações integradas e eficientes”, concluiu.
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