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Lixo é encontrado em travessia recém-construída pela Prefeitura no Jardim Alá

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O secretário de Viação e Obras, Celso Pereira, reforça o apelo para que a população colabore com o poder público, evitando o descarte irregular, especialmente nesse período de chuvas

A Prefeitura de Várzea Grande registrou o descarte irregular de lixo na travessia da Rua São Sebastião, no bairro Jardim Alá. A estrutura foi recentemente reconstruída pela Secretaria de Viação e Obras com o objetivo de amenizar os impactos causados pelas chuvas e garantir mais segurança e trafegabilidade aos moradores da região.

A travessia havia sido danificada pelas fortes enxurradas no início do ano e precisou ser reerguida. No entanto, poucos meses após a conclusão da obra, o local voltou a apresentar acúmulo de lixo e entulho, o que compromete o escoamento da água e aumenta o risco de alagamentos. Essa prática, além de ilegal, causa prejuízos à infraestrutura pública e transtornos às famílias que vivem nas proximidades.

O secretário de Viação e Obras, Celso Pereira, reforçou o apelo para que a população colabore com o poder público, evitando o descarte irregular.

“Essa travessia foi reconstruída justamente para evitar os transtornos que os moradores enfrentavam durante o período de chuvas. Quando o lixo é jogado nesses pontos, ele bloqueia a passagem da água e coloca tudo a perder. É importante que todos façam a sua parte para manter a cidade segura e em boas condições”, destacou o secretário.

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A Prefeitura lembra que o descarte de resíduos em vias públicas e nas proximidades de córregos é proibido por lei e pode gerar multas. A população deve utilizar os serviços regulares de coleta e manter os espaços públicos limpos. A conscientização e o cuidado coletivo são fundamentais para preservar as melhorias realizadas e prevenir novos problemas durante o período chuvoso.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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