VÁRZEA GRANDE
Evento promove acolhimento de mães atípicas no Centro Municipal João Ribeiro
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As atividades recreativas da gincana incluíram oficinas das modalidades esportivas de: vôlei sentado, badminton, basquete em cadeira de rodas, bocha paralímpica e judô paraolímpico, além de gincana e distribuição de brindes
Sábado foi um dia especial para mães e alunos do Centro Municipal de Atendimento e Apoio à Inclusão João Ribeiro Filho (CMAEAPI), que organizou, juntamente com a equipe da Superintendência de Esporte e Lazer, a gincana ‘EU E MEU FILHO SOMOS +, uma manhã recreativa no Ginásio poliesportivo do Fiotão.
De acordo com a coordenadora do CMAEAPI João Ribeiro Filho, professora Greice Maria Bezerra, a gincana ‘EU E MEU FILHO SOMOS +, foi uma iniciativa que surgiu para consolidar o amor, a dedicação e força das mães atípicas pela garra e determinação. “O objetivo é promover o bem-estar, com atividades físicas para toda a família desde a infância até a idade adulta, pois acreditamos que todos conseguem vencer os desafios e ir cada vez mais longe”, disse a coordenadora, destacando que “as atividades integradoras entre o Centro João Ribeiro e o Esporte e Lazer da SMECEL celebraram a força a resiliência das equipes para atender melhor nossos alunos”.
As atividades recreativas desenvolvidas durante toda a manhã na gincana incluíram oficinas das modalidades esportivas de: vôlei sentado, badminton, basquete em cadeira de rodas, bocha paralímpica e judô paraolímpico, além de gincana e distribuição de brindes.
O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Cleiton Santana, destacou que as atividades esportivas e recreativas da gincana promovida pelo CMAEAPI João Ribeiro Filho, reforçam a determinação da gestão Flávia Moretti/Tião da Zaeli em promover políticas públicas focadas na inclusão e acolhimento de famílias atípicas que necessitam desse olhar diferenciado e do cuidado do poder público. “Essas ações que estão sendo propostas pelo Centro João Ribeiro, juntamente com a equipe da Superintendência de Esporte e Lazer atendem diretamente esse público que precisa de atenção e acolhimento. Isso é muito importante e me deixa muito feliz em participar” disse.
Cleiton ressaltou ainda esse olhar da gestão quando propôs a reflexão: “Quem cuida de quem cuida?”, citando o sobrecarrego de obrigações e a falta de apoio para aquelas que cuidam de seus filhos com necessidades especiais e reforçou, “vocês não estão sozinhos nesta luta, através dessa construção do dia-a-dia, estaremos cada vez mais nos aproximando para entendermos as dificuldades e assim, como sociedade, poder ajudar a todos” completou.
A coordenadora Greice Barbosa anunciou também que o CMAEAPI João Ribeiro Filho passa a promover, todas as sextas-feiras, o acolhimento com as mães, onde elas terão atividades físicas como hidroginástica, dança e ginástica localizada. A coordenadora informou ainda que os alunos do Centro João Ribeiro irão ser beneficiados com mais duas terapias: teatro e dança, além de, a partir deste ano, participar do Festival Estudantil Temático para o Trânsito – Fetran, na categoria Especial.
A manhã da gincana ‘EU E MEU FILHO SOMOS + contou ainda com as apresentações do Coral Doce Melodia da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Emanuel Benedito de Arruda’ e da Banda Municipal ‘Manoel Teixeira de Oliveira.
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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