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Educação e DAE premiam alunos e escolas na 3ª edição do Concurso em Educação Ambiental

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A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer em parceria com o Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande realizaram, na manhã do dia 06 de junho, no Anexo I da SMECEL a premiação de alunos e escolas que participaram da 3ª edição do Concurso em Educação Ambiental com o tema: “Uso consciente e sustentável da água na Rede Municipal de Ensino de Várzea Grande”.

Na abertura do evento, os alunos da EMEB Irenice Godoy apresentaram um momento artístico com tema “Despertar da consciência sobre o uso da água” com a paródia – Melim meu abrigo. Na sequência, houve a apresentação dos alunos da EMEB Manoel João de Arruda, com tema: “Planeta Água” e música de Zé Ramalho.

De acordo com a equipe da Educação Ambiental da SMECEL, este ano o concurso envolveu um total de 11.522 alunos de 48 escolas da rede municipal que produziram diversos desenhos, poemas, poesias e redações sobre o tema. Os trabalhos foram pré-selecionados nas unidades escolares e posteriormente encaminhados à comissão de técnicos do DAE e da SMECEL, resultando em nove trabalhos premiados.

O presidente do DAE de Várzea Grande, Carlos Alberto Simão de Arruda, conta que é gratificante saber dos resultados do concurso. “A construção de novos hábitos, que realmente façam a diferença, só é possível com um trabalho conjunto entre as diversas secretarias, as escolas, os mestres, as crianças e a comunidade. Minha gratidão a todos os envolvidos nesse concurso pelos resultados alcançados. Meu sentimento nesse momento é de gratidão”, disse.

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A subsecretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Alice Barros, destacou que o sucesso do concurso promovido em parceria com o DAE demonstra o comprometimento dos estudantes, professores, gestores das escolas e da comunidade escolar na questão do uso racional da água no seu dia a dia e as consequências para a sociedade e ao meio ambiente decorrente do mau uso ou do desperdício.

“A escola é o ambiente propício para a construção de uma sociedade sustentável, que valoriza e usa os recursos naturais no presente com bom senso e responsabilidade. Esse concurso é um importante instrumento para a reflexão e conscientização de cidadãos ambientalmente responsáveis” pontuou.

A classificação da 3ª edição do Concurso em Educação Ambiental ficou assim: Na modalidade CBAC; 3º lugar, aluna Aiça da Silva Martins, da EMEB Vereador Zeno de Oliveira; 2º lugar, aluna Isabellly Vitória de Carvalho Campos, da EMEB Manoel João de Arruda e o 1º lugar ficou com o aluno Arthur Ortiz Gimenez, da EMEB Profª Irenice Godoy de Campos.

Na modalidade 4º e 5º anos, em 3º lugar, aluna Esther Teles Félix da Silva, da EMEB Profª Angela Jardim Ribeiro, em 2º lugar, aluno Daniel Lucas de Almeida Silva, da EMEB Maria de Lourdes Toledo Areias e em 1º lugar, aluna Rayane Maria da Silva da EMEB Irenice Godoy de Campos.

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Na modalidade 6º ao 9º ano, o 3º lugar ficou com o aluno Luis Gustavo Brás de Andrade do 6º ano da EMEB Abdala José de Almeida, o 2º lugar com a aluna Juliana Ketini da Silva do 9ª ano da EMEB Joaquim da Cruz Coelho e o 1º lugar ficou com a aluna Jaqueline Ferreira da Costa do 9º ano da EMEB Paulo Freire.

Todos os participantes receberam certificado e medalhas, os terceiros colocados receberam uma mochila, os segundos colocados receberam tablets e os primeiros colocados ganharam bicicletas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

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Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

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“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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