VÁRZEA GRANDE
Conselho da Mulher prorroga prazo para inscrições a entidades não governamentais
VÁRZEA GRANDE
Processo eleitoral visa preencher 08 das 16 vagas no conselho destinadas à área não governamental. Inscrições devem ser realizadas até o dia 24 de novembro de 2023, presencialmente na Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande, confira os requisitos no edital
O Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de Várzea Grande (CMDM-VG) informa que as inscrições para as entidades não governamentais se candidatarem ao processo eleitoral para nova composição do Conselho – biênio de 2023 a 2025, serão prorrogadas até o dia 24 de novembro deste ano.
As inscrições devem ser realizadas presencialmente na Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande. Os requisitos incluem a apresentação de documentos que atestem a legalidade e idoneidade das instituições e de seus representantes, exigências descritas no edital 01/2023/CMDM publicado no dia 23 de outubro deste ano, no Diário Oficial Eletrônico dos Municípios de Mato Grosso. O edital também prevê as diretrizes que nortearão a eleição dos representantes da sociedade civil.
De acordo com a Lei Municipal nº 4.355/2018, o processo eleitoral tem como objetivo preencher 08 das 16 vagas no conselho destinadas à área não governamental.
O CMDM-VG é dotado de caráter consultivo, deliberativo, controlador e fiscalizador das políticas voltadas aos direitos da mulher, desempenha um papel imprescindível para assegurar a promoção e defesa dos direitos femininos no município.
Alexandrina Esquivel, destaca a importância do órgão afirmando que “o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Várzea Grande desempenha um papel fundamental na formulação de estratégias, planos e programas relacionados aos direitos das mulheres no âmbito municipal. Suas competências incluem a promoção da saúde, assistência social, amparo jurídico e garantia do cumprimento das legislações pertinentes”.
A presidente ainda pontua sobre a relevância do processo eleitoral, afirmando que “o Conselho tem sido uma voz ativa na luta pela igualdade de gênero e na promoção dos direitos das mulheres em nosso município. Essa eleição é uma oportunidade crucial para a sociedade civil se engajar ativamente na defesa dos direitos das mulheres e na construção de políticas que impactem positivamente a vida de todas as várzea-grandenses”.
O processo eleitoral, organizado pelo Conselho Municipal de Direitos da Mulher e conduzido pela Comissão Organizadora, culminará na eleição dos novos representantes em uma plenária que ocorrerá no dia 30 de novembro de 2023, no Auditório do Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS. Entidades aptas a votar terão a chance de eleger os novos membros do Conselho, responsáveis por moldar as políticas que afetarão as mulheres de Várzea Grande nos próximos anos.
Esta eleição representa uma oportunidade única para que a comunidade local se una e continue a promover a igualdade de gênero e a proteção dos direitos das mulheres. Como afirmou Alexandrina Esquivel, “este é o momento de reafirmar nosso compromisso com os direitos das mulheres e contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária em Várzea Grande”.
Para mais detalhes sobre o processo eleitoral, confira o edital na íntegra, bem como os documentos necessários e regras para participar:
Anexos:
Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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