VÁRZEA GRANDE
Cerca de 400 estudantes já fizeram recadastramento do passe livre em Várzea Grande
VÁRZEA GRANDE
Ação, no ginásio do Fiotão, vai até sábado, dia 22, das 7h30 às 11h
Cerca de 400 estudantes de Várzea Grande já realizaram o recadastramento e a solicitação da primeira via do cartão transporte para 2025 até esta quarta-feira (19). O atendimento acontece no ginásio Fiotão, ao lado do Terminal de Integração André Maggi, e é realizado pela secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, com apoio da secretaria municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e da Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos (MTU).
O serviço está sendo realizado das 7h30 às 17h30, até a sexta-feira (21), e no sábado (22), das 7h30 às 11h. Para o recadastramento, os estudantes devem apresentar o cartão de estudante 2024 – para quem tiver usufruído do benefício no ano passado -, atestado de matrícula ou frequência, comprovante de residência e documento de identificação (RG, CPF ou certidão de nascimento para menores de idade).
Uma das beneficiadas foi Gabriela, que garantiu o primeiro cartão de transporte gratuito e destacou a importância do benefício. “Essa é a primeira vez que eu faço. Vai me beneficiar, porque não precisarei pagar. É mais fácil do que ficar recarregando”, comentou.
Ryan Cristian, estudante do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), em Várzea Grande, reforçou que o passe livre é essencial para os alunos que não têm condições financeiras de arcar com os custos do transporte. “Assim como eu, vários alunos moram longe das unidades do IFMT. Muitos estudantes não têm condições de pagar a passagem diariamente, e esse benefício faz toda a diferença”, afirmou.
Manoela Auxiliadora da Costa, técnica de Desenvolvimento Infantil (TDI) no Município, acompanhou o filho, Ademir Miguel, no recadastramento. “Agora ele tem mais mobilidade”.
A prefeitura de Várzea Grande reforçou a importância do recadastramento para que os estudantes continuem usufruindo do benefício. Quem não regularizar a situação dentro do prazo pode ficar sem o passe livre. O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Ronei Scarton Júnior, fez um alerta sobre o prazo final. “O recadastramento é essencial, pois muitos estudantes dependem desse benefício. Temos percebido que ainda há muitos que não aderiram e não estão aproveitando essa oportunidade agora. É importante ficar atento ao prazo, já que o atendimento segue até sábado. Não deixem para a última hora”, reforçou.
VÁRZEA GRANDE
Escola Municipal ensina matemática com uso de jogos e brincadeiras
O uso de jogos didáticos no ambiente escolar tem se mostrado uma ferramenta poderosa para transformar o aprendizado de disciplinas exatas. A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Irenice Godoy de Campos Silva, decidiu adotar o jogo Batalha Naval da Multiplicação como projeto pedagógico para o ensino da matemática.
A atividade, que inicialmente parecia apenas uma brincadeira, tem se mostrado um recurso extremamente eficiente para desmistificar a matéria e prender a atenção dos alunos.
“Por ser uma atividade diferenciada os alunos acabam tendo um interesse maior pela disciplina, eles aproveitam mais as aulas quando a professora leva jogos para inserir no aprendizado, dentro ou fora da sala de aula”, explicou a articuladora Juliana Catelli Loura.
A profissional destacou que a dinâmica do jogo batalha naval foi realizada pela professora da oficina de matemática, Osvaldina Maria de Souza Assunção para os alunos do 4º e 5º anos, que participam do projeto Escola em Tempo Ampliado (ETA).
“Alguns alunos têm dificuldade em trabalhar com os números, porém percebemos que ao aplicar jogos de raciocínio e brincadeiras eles acabam fixando os conceitos e aprendendo a matéria de forma lúdica. E a professora reconhece essa evolução. Os alunos passaram a ter mais motivação e engajamento durante as aulas de matemática”, destacou.
DESAFIO: Ao jogar a batalha naval da multiplicação o aluno não está apenas calculando o resultado de uma operação, ele está prevendo as jogadas do colega, mapeando possibilidades e tomando decisões com base em hipóteses matemáticas. Esse processo retira o peso da obrigatoriedade do erro e do acerto imediato.
Na brincadeira, o erro faz parte da estratégia e funciona como um convite para refazer a conta e tentar novamente. Como resultado, os estudantes aprofundam-se na matemática de maneira mais leve. Ao aprender por meio do lúdico, as crianças assimilam noções de paciência, resiliência diante das derrotas e respeito às regras.
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