VÁRZEA GRANDE
Central do ISSQN, em Várzea Grande, é fechada para reformas
VÁRZEA GRANDE
A secretaria de Gestão Fazendária de Várzea Grande informa que a partir da data de hoje (11), a Central do ISSQN no município estará fechada para reforma geral das instalações. Para não haver qualquer prejuízo ao contribuinte, o atendimento foi remanejado para a Central de Atendimento ao Contribuinte (CAC), que também funciona dentro do Paço Municipal, na Avenida Castelo Branco.
Como explica a secretária da Pasta, Lucineia dos Santos, toda a estrutura da Central do ISSQN foi levada para o CAC, inclusive com a presença do auditor responsável pelo tributo e de atendentes, mantendo o atendimento do ‘Plantão Fiscal do ISS’. “Será mantido o atendimento ao contribuinte do ISSQN, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira”.
Para quem tiver dúvidas, Lucineia informa telefones de contato exclusivo para atendimento do ISSQN, que é o 3688-8225, ou o 3688-8231, direto com o ‘Plantão Fiscal’.
O atendimento pode ser feito de forma online, por meio dos links: https://www.e-nfs.com.br/varzeagrande/index.jsp. No caso de Nota Avulsa, por meio do link http://www.varzeagrande.mt.gov.br/nota-avulsa/ .
A reforma tem cronograma de duração de 60 dias, para troca de piso, telhado, calçadas, banheiro, enfim, uma reforma geral do prédio, “para melhorar ainda mais o atendimento ao contribuinte várzea-grandense”.
VÁRZEA GRANDE
Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase
Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.
A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.
Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.
Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.
De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.
A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.
TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.
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