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Igreja em Londres recebe escultura gigante da Terra
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Gaia é uma obra de arte itinerante do artista britânico Luke Jerram , que consiste em uma esfera de sete metros de diâmetro criada a partir de imagens detalhadas do globo terrestre feitas pela Nasa. A escultura é iluminada internamente, o que torna o resultado final ainda mais impactante.
A peça é 1,8 milhão de vezes menor que o nosso planeta, de forma que cada centímetro da escultura corresponde a 18 km da superfície real da Terra. Outro fato interessante é que, ao ficar a 211 metros de distância da obra de arte, o público vê a Terra tal como ela aparece a partir da Lua.
Desde a sua criação em 2018, Gaia já passou por diferentes espaços expositivos, de museus a igrejas, em diferentes países do mundo. De 17 de outubro a 2 de novembro, ela estará instalada no interior da Southwark Cathedral , em Londres , onde já esteve no passado.
Os ingressos estão sendo vendidos pelo Eventbrite : as visitas diurnas custam £ 5 (de segunda a sábado; das 10h às 17h) e as noturnas, £ 7 (dias 17, 19, 24, 25, 26, 30 e 31 de outubro e 2 de novembro; das 18h30 às 21h). A Catedral de Southwark fica a pouco minutos de caminhada da estação de trem e metrô London Bridge.
Outras Gaia
A boa notícia é que há mais de uma versão de Gaia e que as outras costumam ficar expostas em um mesmo lugar por períodos mais longos. Atualmente, a obra de arte também está exposta na University College London , em Londres , na Inglaterra ; no Trinity College Dublin , na Irlanda ; e no Canadian Museum of Nature , em Ontário , no Canadá .
No Canadian Museum of Nature , há outra escultura de Luke Jerram, nesse caso feita com imagens da Lua.
Neste link , é possível conferir as informações atualizadas do paradeiro das “Gaias”.
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Fonte: Turismo
Turismo
Parque Nacional de Jericoacoara: dunas, lagoas e mar em um dos destinos mais fascinantes do Ceará
Localizado no litoral do Ceará, entre os municípios de Jijoca de Jericoacoara e Cruz, o Parque Nacional de Jericoacoara é um dos destinos praianos mais procurados e fotografados do Brasil. Criada em 2002, a unidade de conservação abrange cerca de 8,8 mil hectares de ecossistemas costeiros preservados, onde a vila de pescadores se conecta a uma natureza exuberante.
O parque contribui para a preservação de ecossistemas frágeis, como campos de dunas móveis, vegetação de restinga, manguezais e lagoas. Esse mosaico de habitats serve de refúgio para uma rica biodiversidade, incluindo tartarugas marinhas, cavalos-marinhos e diversas espécies de aves migratórias.
Os atrativos do parque agradam tanto quem busca descansar à beira-mar quanto quem pratica esportes aquáticos. O grande símbolo da unidade é a icônica Pedra Furada, formação rochosa esculpida pelo atrito das ondas. Outro ritual clássico dos visitantes é acompanhar o espetáculo do fim de tarde no topo da Duna do Pôr do Sol, um dos raros pontos do litoral brasileiro onde é possível ver o sol se despedir diretamente no mar.
A experiência no parque se completa com os tradicionais passeios de bugue ou quadriciclo pelas dunas rumo às lagoas de águas doces e cristalinas, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, famosas por suas redes estendidas sobre a água. Além disso, os ventos constantes que sopram na região fazem do destino um dos principais lugares do mundo para a prática de kitesurf e windsurf.
Como chegar
Para chegar ao Parque Nacional de Jericoacoara por via aérea, a opção mais prática é desembarcar no Aeroporto Regional de Jericoacoara (JJJ), no município de Cruz, a cerca de 30 km da vila.
Uma alternativa bastante usada é o desembarque pelo Aeroporto Internacional de Fortaleza (FOR), a aproximadamente 300 km de distância. A partir da capital cearense, o trajeto até a vila pode ser feito em ônibus, transfer privativo ou carro alugado. No trecho final, é obrigatório usar veículos 4×4 para percorrer as estradas de areia que dão acesso ao destino.
Ao chegar à vila, a circulação de veículos particulares é restrita para preservar o ecossistema e manter a tranquilidade do local. Por isso, o deslocamento é feito em veículos 4×4 credenciados, bugues ou a pé pelas ruas de areia. Os visitantes também devem efetuar o pagamento da taxa de turismo sustentável, cobrada pela prefeitura local.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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