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Hopi Hari: entenda parceria com CREA, que garante entrada gratuita aos profissionais

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Entenda programação especial para o mês do Engenheiro e Arquiteto no Hopi Hari
Reprodução Freepik/ Divulgação Hopi Hari

Entenda programação especial para o mês do Engenheiro e Arquiteto no Hopi Hari

Novembro é o mês dedicado aos engenheiros e arquitetos! Pensando nisso, o Hopi Hari resolveu fazer um projeto voltado especificamente para esses profissionais.  O País Mais Divertido do Mundo fez uma parceria com o CREA para garantir entrada gratuita.

Agrônomos, geocientistas e designers de interiores também são contemplados pelo benefício, que começa na próxima sexta-feira (8) e se estende até o dia 16 de dezembro.


Como garantir?

Para conseguir entrar sem pagar nada, basta se cadastrar no site , além de preencher os campos com os dados da carteira do seu respectivo conselho profissional, que pode ser tanto o CREA quanto o CAU, em formato físico ou digital. Além disso, é necessário fazer uma validação do diploma para comprovar a conclusão do curso. 

Vale lembrar que cortesia só pode ser retirada no dia em que o profissional for visitar o parque. Outras despesas extras, a exemplo do estacionamento e da alimentação, não estão inclusos na parceria feita pelo Hopi Hari com o CREA.

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Sobre o Hopi Hari:

Localizado no interior de São Paulo, o  Hopi Hari é um dos maiores parques temáticos da América Latina. Com 760 mil metros quadrados e mais de 40 atrações, incluindo a famosa montanha-russa de madeira Montezum, o parque recebe visitantes de mais de 250 cidades. Organizado em cinco regiões temáticas, o Hopi Hari oferece entretenimento para toda a família em um cenário imersivo e divertido.

Fonte: Turismo

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Parque Nacional de Jericoacoara: dunas, lagoas e mar em um dos destinos mais fascinantes do Ceará

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Localizado no litoral do Ceará, entre os municípios de Jijoca de Jericoacoara e Cruz, o Parque Nacional de Jericoacoara é um dos destinos praianos mais procurados e fotografados do Brasil. Criada em 2002, a unidade de conservação abrange cerca de 8,8 mil hectares de ecossistemas costeiros preservados, onde a vila de pescadores se conecta a uma natureza exuberante.

O parque contribui para a preservação de ecossistemas frágeis, como campos de dunas móveis, vegetação de restinga, manguezais e lagoas. Esse mosaico de habitats serve de refúgio para uma rica biodiversidade, incluindo tartarugas marinhas, cavalos-marinhos e diversas espécies de aves migratórias.

Os atrativos do parque agradam tanto quem busca descansar à beira-mar quanto quem pratica esportes aquáticos. O grande símbolo da unidade é a icônica Pedra Furada, formação rochosa esculpida pelo atrito das ondas. Outro ritual clássico dos visitantes é acompanhar o espetáculo do fim de tarde no topo da Duna do Pôr do Sol, um dos raros pontos do litoral brasileiro onde é possível ver o sol se despedir diretamente no mar.

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A experiência no parque se completa com os tradicionais passeios de bugue ou quadriciclo pelas dunas rumo às lagoas de águas doces e cristalinas, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, famosas por suas redes estendidas sobre a água. Além disso, os ventos constantes que sopram na região fazem do destino um dos principais lugares do mundo para a prática de kitesurf e windsurf.

Como chegar

Para chegar ao Parque Nacional de Jericoacoara por via aérea, a opção mais prática é desembarcar no Aeroporto Regional de Jericoacoara (JJJ), no município de Cruz,  a cerca de 30 km da vila.

Uma alternativa bastante usada é o desembarque pelo Aeroporto Internacional de Fortaleza (FOR), a aproximadamente 300 km de distância. A partir da capital cearense, o trajeto até a vila pode ser feito em ônibus, transfer privativo ou carro alugado. No trecho final, é obrigatório usar veículos 4×4 para percorrer as estradas de areia que dão acesso ao destino.

Ao chegar à vila, a circulação de veículos particulares é restrita para preservar o ecossistema e manter a tranquilidade do local. Por isso, o deslocamento é feito em veículos 4×4 credenciados, bugues ou a pé pelas ruas de areia. Os visitantes também devem efetuar o pagamento da taxa de turismo sustentável, cobrada pela prefeitura local.

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Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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