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Guia reúne dicas para quando é preciso dormir em um aeroporto

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Guia reúne dicas para quando é preciso dormir em um aeroporto
Rebeca de Ávila

Guia reúne dicas para quando é preciso dormir em um aeroporto

Seja para poupar com uma diária de hotel, por cancelamentos de voos, atrasos ou longas conexões, fato é que vez ou outra os viajantes podem se ver obrigados a dormir em terminais aéreos – que estão longe de ser o lugar mais confortável para um cochilo.

A necessidade levou uma comunidade de dorminhocos a se reunir para construir o bem-humorado guia Sleeping in Airports , com tudo que você precisa saber para passar a noite em um aeroporto.

São informações de mais de 1.200 terminais aéreos ao redor do mundo enviadas de forma colaborativa pelos usuários, que registram suas próprias opiniões e dicas dos terminais. O site só existe oficialmente em inglês, mas o Google Tradutor pode dar uma mãozinha.

Como navegar pelo Sleeping in Airports

A seção How to Sleep in an Airport é por onde você deve começar se for um iniciante no assunto. O beabá inclui sempre ter um plano B; priorizar a área de embarque, que costuma ser mais confortável que a de desembarque; montar um kit com travesseiro, máscara de dormir e protetor de ouvido; e dormir com as malas próximas a seu corpo para que você perceba se alguém tentar roubá-las.

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A pergunta mais recebida pelo guia é se é possível dormir em um aeroporto específico. O site informa os horários de funcionamento e apresenta resenhas de pessoas que já tiveram a experiência, mas se resguarda dizendo que não representa oficialmente os terminais, então não garante que você vá poder filar sua noite de sono gratuita.

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Site Sleeping in Aiports
//Reprodução

Na página inicial, você pode digitar o nome de um aeroporto na barra de pesquisa ou navegar pelas seções do site. As abas Airport Reviews , Airport Guides , Airport Hotels e Airport Lounges têm uma lista de cidades em ordem alfabética, onde você seleciona o terminal do seu interesse.

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Para cada aeroporto, há um guia sobre como é a experiência de dormir nele, detalhes de lounges, hotéis dentro e fora do terminal, banheiros com chuveiro, áreas de descanso e armários para guardar a bagagem. Há também uma aba com relatos e avaliações dos usuários.

Por ser feito de forma colaborativa, o guia tem dicas insiders até dos melhores assentos para sua noite. No Aeroporto de Atenas , por exemplo, os usuários relatam que as poltronas sem braços ficam no terminal B, entre os portões 22 e 25, e no terminal satélite, entre os portões 34 e 40.

Site Sleeping in Aiports
//Reprodução

Quem não pretende dormir em um aeroporto também pode encontrar informações úteis, como a senha do wi-fi dos terminais e a localização de banheiros e tomadas para carregar eletrônicos.

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Na aba Things to do on a Layover , o site reúne dicas do que fazer com o tempo livre para quem vai ter que esperar por uma longa conexão, mas não quer dormir. Por exemplo, você sabia que o Aeroporto de Miami tem uma sala de ioga no terminal H, que funciona das 9h às 21h? O acesso é gratuito, mas você precisa trazer seu próprio tapetinho.

Site Sleeping in Aiports
//Reprodução

Já em Airport Layover Sightseeing , há sugestões de mercados, restaurantes, museus, parques e outros passeios fora do aeroporto que valem para conexões com mais de cinco horas ou stopovers .

A seção Airport Adventures é a última e reúne as desventuras de viajantes que fazem parte da comunidade do Sleeping in Airports . De noites mal dormidas a emergências no banheiro, é uma forma forma de sentir que você não está sozinho nos perrengues.

Leia mais de Manual do Viajante

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Fonte: Turismo

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Conheça o Centro Histórico da Cidade de Goiás: onde história, poesia e tradições permanecem vivas

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A cerca de 140 quilômetros de Goiânia, Cidade de Goiás, também conhecida como Goiás Velho, preserva um dos acervos arquitetônicos coloniais mais autênticos do interior do Brasil. Reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco em 2001, a antiga capital do estado encanta visitantes com suas ruas de pedra, casas de taipa, pontes históricas e uma rica tradição cultural marcada pela poesia de Cora Coralina e pelas celebrações religiosas.

Fundada no início do século 18, durante o Ciclo do Ouro, a cidade nasceu do povoamento liderado pelos bandeirantes. O isolamento geográfico ao longo dos séculos e a transferência da capital do estado para Goiânia, na década de 1930, ajudaram a preservar o traçado urbano original, perfeitamente integrado às margens do Rio Vermelho e aos pés da Serra Dourada.

Reconhecimento

A Unesco concedeu o título de Patrimônio Mundial ao Centro Histórico da Cidade de Goiás por ser um testemunho excepcional da ocupação e da expansão do território brasileiro para o interior durante os séculos 18 e 19.

O reconhecimento destaca a arquitetura local, que usou técnicas e materiais da região, como a taipa de pilão e o pau-a-pique, além da perfeita harmonia entre as construções coloniais e a paisagem natural ao redor.

O que fazer

Entre os principais atrativos da Cidade de Goiás estão:

  • Casa de Cora Coralina: às margens do Rio Vermelho, a antiga residência da poetisa abriga acervo pessoal, móveis, livros e objetos que contam sua história e obra.

  • Palácio do Conde dos Arcos: antiga sede do governo goiano, preserva móveis antigos, jardins e obras de arte que relembram os períodos Colonial e Imperial.

  • Museu das Bandeiras: instalado no antigo prédio da Câmara e Cadeia, reúne acervo com objetos, documentos e arte sacra da época da colonização.

  • Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte: atual Museu de Arte Sacra da Cidade de Goiás, guarda o maior acervo das esculturas de Veiga Valle, importante artista do barroco goiano.

  • Igreja Matriz de Santana: situada na praça principal, é a matriz histórica e um dos marcos visuais do Centro Histórico.

  • Chafariz de Cauda: monumento em pedra, construído no século 18, para abastecimento de água da antiga capital.

  • Mercado Municipal: ponto de encontro para provar a gastronomia típica, como o empadão goiano, empadas e cachaças locais.

  • Rota dos Doces Caseiros: tradição mantida por doceiras locais que produzem doces cristalizados e em calda, símbolo da identidade cultural da cidade.

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Quando visitar

A Cidade de Goiás pode ser visitada durante todo o ano, mas alguns eventos tornam a experiência ainda mais especial:

  • Semana Santa e Procissão do Fogaréu: a mais famosa tradição da cidade reúne milhares de visitantes à meia-noite da Quarta-Feira Santa, quando homens encapuzados percorrem as ruas escuras com tochas acesas ao som de tambores.

  • Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA): um dos mais importantes festivais do audiovisual ambiental da América Latina, movimentando a cidade com exibições, oficinas e atrações musicais.

  • Festival Gastronômico do Estado de Goiás: evento que celebra a culinária regional reunindo chefs, pratos típicos e apresentações culturais.

Como chegar

Cidade de Goiás fica na região central do estado, distante cerca de 140 quilômetros de Goiânia.

Para quem chega de avião, o ponto de desembarque mais próximo é o Aeroporto Internacional de Goiânia, a partir de onde o trajeto até a Cidade de Goiás é feito de carro ou ônibus pela rodovia GO-070, em um percurso de aproximadamente duas horas.

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Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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