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Conheça a Azeitaria, a nova atração do Parque Olivas de Gramado

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Turismo


O espaço tem uma sala de degustação
fFoto: divulgação Parque Olivas

O espaço tem uma sala de degustação


Laboratório, sala de degustação, imersão 360º, loja e restobar (restaurante e bar) são alguns dos ambientes da Azeiteria, nova atração do Parque Olivas de Gramado, na Serra Gaúcha. Inaugurado em 2018, o empreendimento é o maior do Brasil e do mundo dedicado ao olivoturismo.

O Parque Olivas tem mais de 12.600 oliveiras, de seis qualidades distintas, em uma área de 29 hectares.  A Azeiteria fica em um segundo prédio do parque. São mais de mil metros quadrados dedicados exclusivamente ao produto. Para alguns o azeite é considerado “ouro líquido”.

O Parque Olivas tem mais de 12 mil pés de oliveiras
Foto: divulgação Parque Olivas

O Parque Olivas tem mais de 12 mil pés de oliveiras



Rótulo personalizado

A área “Make Your Blend” permite que o visitante crie sua combinação (blend) de azeites, com algumas das variedades de oliveiras cultivadas no parque. Quem compra o produto, leva a mistura de sua autoria com rótulo personalizado. Já o  laboratório abriga a área de preparo das infusões, rotulagem e montagem das embalagens e kits de produtos.

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Na casa de imersão 360º o visitante tem uma apresentação especial da história da olivicultura, desde a mitologia até a chegada ao Brasil. O Azeitaria que aguça o paladar, olfato e tato. Na degustação um especialista do parque apresenta sete diferentes azeites da grife própria do Olivas.

Azeite extravirgem

“Cada azeite é harmonizado com um insumo local, como queijo, pão, chocolate e charcutaria. Durante o processo são reveladas informações para a conservação e as características que indicam se um azeite é de fato extravirgem”, explica comenta o sócio e azeitólogo do Olivas de Gramado, André Bertolucci.

Azeitaria do Parque Olivas
Divulgação Parque Olivas

Azeitaria do Parque Olivas



“A ideia da Azeiteria é proporcionar uma experiência totalmente voltada ao azeite, onde o visitante conhece sua história, seus processos, benefícios para a saúde, dicas de conservação, uso e harmonização”, completa André Bertolucci. Ele afirma que o Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul, tem se destacado pela qualidade do azeite que vem produzindo, o que já reflete em  várias premiações nacionais e internacionais. 

A Tomazelli Engenharia, sob a tutela do engenheiro Bernardo Tomazelli, foi responsável pelo projeto da Azeiteria do Olivas de Gramado. O espaço tem um pé direito alto e paredes inteiras de vidro, gerando conexão com o ambiente externo e luz natural. Elementos rústicos e naturais são os detalhes dos ambientes que ficaram sob a responsabilidade da decoradora de interiores, Marlene Peccin.

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Saiba como visitar o Parque Olivas

Funcionamento: das 10h30 às 18h, de quinta a terça-feira.
Endereço: Local: Rua Vereador José Alexandre Benetti, 1808 – Linha Nova – Gramado/RS
Ingresso: a partir de R$ 109 (adulto) antecipado no site e a partir de R$ 139 na bilheteria (local). Crianças até 11 anos são isentas. 

Fonte: Turismo

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Amazônia Central: Patrimônio Mundial da Unesco protege mais de 6 milhões de hectares de floresta

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No coração da Amazônia, uma área de mais de 6 milhões de hectares reúne florestas, rios, lagos, ilhas, várzeas e igapós em uma das regiões de maior biodiversidade do planeta. É o Complexo de Conservação da Amazônia Central, o maior território protegido da Bacia Amazônica e reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco.

A história do complexo na Lista do Patrimônio Mundial começou em 2000, quando o Parque Nacional do Jaú foi reconhecido pela Unesco. Em 2003, a área protegida foi ampliada com a inclusão do Parque Nacional de Anavilhanas e das Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã, formando o atual Complexo de Conservação da Amazônia Central.

A diversidade de ambientes também se reflete nas experiências que a região oferece. Passeios de barco, trilhas, observação de animais e visitas a comunidades estão entre as possibilidades para quem quer conhecer de perto a natureza amazônica.

Reconhecimento

A Unesco reconheceu o Complexo de Conservação da Amazônia Central pela importância de sua biodiversidade e pelos processos ecológicos que ocorrem na região. A dinâmica das águas, com cheias e vazantes ao longo do ano, transforma continuamente a paisagem e ajuda a manter diferentes ambientes essenciais para a fauna e a flora amazônicas.

Entre os destaques está Anavilhanas, um dos maiores arquipélagos fluviais do mundo. A região abriga ainda a maior diversidade conhecida de peixes elétricos do planeta, com 64 espécies identificadas.

O complexo também protege animais característicos da Amazônia, como o pirarucu, a onça-pintada, a ariranha, o peixe-boi-da-amazônia, o jacaré-açu e duas espécies de botos de água doce. A região concentra ainda cerca de 60% das espécies de peixes registradas na bacia do Rio Negro e 60% das aves conhecidas na Amazônia Central.

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O que fazer

Como o patrimônio reúne quatro grandes áreas protegidas, as experiências dependem do destino escolhido. Entre os destaques estão:

  • Parque Nacional de Anavilhanas: próximo a Manaus e Novo Airão, permite conhecer o arquipélago formado por centenas de ilhas e canais no Rio Negro. Passeios de barco estão entre as principais experiências.
  • Parque Nacional do Jaú: um dos maiores parques nacionais do Brasil, reúne rios, florestas e paisagens preservadas e pode ser conhecido em roteiros de turismo de natureza.
  • Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá: conhecida pelas florestas de várzea, oferece experiências de turismo de base comunitária e oportunidades de observação da fauna amazônica.
  • Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã: localizada entre as bacias dos rios Negro e Solimões, preserva florestas, lagos e ambientes aquáticos característicos da região.
  • Observação da fauna: botos, aves, macacos, jacarés e outros animais podem ser avistados em diferentes pontos do complexo, sempre respeitando as regras de visitação de cada área.
  • Experiências nos rios: passeios de barco e canoa permitem conhecer canais, lagos e áreas de floresta alagada e observar como a paisagem amazônica muda de acordo com o nível das águas.

Quando visitar

O Complexo de Conservação da Amazônia Central pode ser visitado durante todo o ano, mas a experiência muda conforme o ciclo das águas:

  • Período de cheia: rios e lagos avançam sobre áreas de floresta, permitindo percorrer de barco trechos alagados e canais entre as árvores.
  • Período de vazante e seca: com a redução do nível dos rios, surgem praias e outros trechos de terra, modificando as paisagens e as possibilidades de passeio.
  • Observação da natureza: como cada unidade possui características e regras próprias, o período mais indicado depende do roteiro e das atividades escolhidas.
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Antes da viagem, é importante verificar as condições de acesso e as regras de visitação da unidade de conservação que fará parte do roteiro.

Como chegar

Manaus é a principal porta de entrada para quem pretende conhecer o Complexo de Conservação da Amazônia Central. A capital amazonense possui aeroporto com voos de diferentes regiões do Brasil e conexões internacionais.

A partir de Manaus, o acesso varia conforme a área escolhida. Novo Airão é uma das principais bases para conhecer o Parque Nacional de Anavilhanas e pode ser acessada por estrada a partir da capital. Para áreas mais distantes, como Jaú, Mamirauá e Amanã, parte dos deslocamentos é feita por rios e pode exigir embarcações e planejamento específico.

Como as distâncias são grandes e muitas áreas possuem regras próprias de acesso, é recomendável organizar a viagem previamente e consultar as orientações das unidades de conservação.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

 

Fonte: Ministério do Turismo

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