CUIABÁ
Search
Close this search box.

Turismo

Como acompanhar a soltura de tartarugas marinhas na região de Porto de Galinhas

Publicado em

Turismo

Como acompanhar a soltura de tartarugas marinhas na região de Porto de Galinhas
Bárbara Ligero

Como acompanhar a soltura de tartarugas marinhas na região de Porto de Galinhas

Ipojuca, município onde está localizada Porto de Galinhas , no litoral sul de Pernambuco , tem uma grande concentração de ninhos de tartarugas marinhas, colocando o destino na mira de quem quer assistir a desova dos filhotinhos, que são colocados na areia e correm direto para o mar.

A temporada reprodutiva de tartarugas marinhas começa em outubro e os nascimentos vão de fevereiro a maio. Em Ipojuca , a organização não governamental Ecoassociados é a responsável pela soltura de filhotes, que pode ser acompanhada da areia.

O porém é que as desovas são divulgadas apenas algumas horas antes, no Instagram da ONG . Geralmente, o procedimento é feito bem cedo pela manhã, por volta das 5h.

Em geral, as praias de Porto de Galinhas são pontos de desova da tartaruga-de-pente, mas também já houve registro das espécies verde e cabeçuda.

Se a sua viagem não coincidir com a soltura dos filhotes, vale visitar o Museu das Tartarugas Marinhas (fechado em setembro de 2024 para manutenção), também administrado pela Ecoassociados. Por lá, é possível ver os animais de perto e aprender sobre a espécie.

Continua após a publicidade

O museu fica na Rua Caraúna e a entrada custa R$ 20.

Leia Também:  Conheça a embarcação única no mundo relançada no Brasil

Veja um guia completo de Porto de Galinhas

Continua após a publicidade

Busque hospedagem em Porto de Galinhas

Compartilhe essa matéria via:

Resolva sua viagem aqui

  • Reserve hospedagem no Booking

  • Reserve seu voo

  • Reserve hospedagem no Airbnb

  • Ache um passeio na Civitatis

  • Alugue um carro

Publicidade

Fonte: Turismo

Propaganda

Turismo

Parque Nacional de Jericoacoara: dunas, lagoas e mar em um dos destinos mais fascinantes do Ceará

Publicados

em

Localizado no litoral do Ceará, entre os municípios de Jijoca de Jericoacoara e Cruz, o Parque Nacional de Jericoacoara é um dos destinos praianos mais procurados e fotografados do Brasil. Criada em 2002, a unidade de conservação abrange cerca de 8,8 mil hectares de ecossistemas costeiros preservados, onde a vila de pescadores se conecta a uma natureza exuberante.

O parque contribui para a preservação de ecossistemas frágeis, como campos de dunas móveis, vegetação de restinga, manguezais e lagoas. Esse mosaico de habitats serve de refúgio para uma rica biodiversidade, incluindo tartarugas marinhas, cavalos-marinhos e diversas espécies de aves migratórias.

Os atrativos do parque agradam tanto quem busca descansar à beira-mar quanto quem pratica esportes aquáticos. O grande símbolo da unidade é a icônica Pedra Furada, formação rochosa esculpida pelo atrito das ondas. Outro ritual clássico dos visitantes é acompanhar o espetáculo do fim de tarde no topo da Duna do Pôr do Sol, um dos raros pontos do litoral brasileiro onde é possível ver o sol se despedir diretamente no mar.

Leia Também:  Pizzaria carioca é eleita uma das melhores do mundo

A experiência no parque se completa com os tradicionais passeios de bugue ou quadriciclo pelas dunas rumo às lagoas de águas doces e cristalinas, como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul, famosas por suas redes estendidas sobre a água. Além disso, os ventos constantes que sopram na região fazem do destino um dos principais lugares do mundo para a prática de kitesurf e windsurf.

Como chegar

Para chegar ao Parque Nacional de Jericoacoara por via aérea, a opção mais prática é desembarcar no Aeroporto Regional de Jericoacoara (JJJ), no município de Cruz,  a cerca de 30 km da vila.

Uma alternativa bastante usada é o desembarque pelo Aeroporto Internacional de Fortaleza (FOR), a aproximadamente 300 km de distância. A partir da capital cearense, o trajeto até a vila pode ser feito em ônibus, transfer privativo ou carro alugado. No trecho final, é obrigatório usar veículos 4×4 para percorrer as estradas de areia que dão acesso ao destino.

Ao chegar à vila, a circulação de veículos particulares é restrita para preservar o ecossistema e manter a tranquilidade do local. Por isso, o deslocamento é feito em veículos 4×4 credenciados, bugues ou a pé pelas ruas de areia. Os visitantes também devem efetuar o pagamento da taxa de turismo sustentável, cobrada pela prefeitura local.

Leia Também:  Distrito do interior de Minas Gerais é considerada a 'Suíça Brasileira'; saiba qual

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA