SAÚDE
Operação Gota encerra ações de 2026 com vacinação no Médio Rio Purus, no Amazonas
SAÚDE
De 10 a 20 de setembro, aldeias indígenas dos municípios de Lábrea, Canutama e Tapauá, no estado do Amazonas, serão beneficiadas com a última fase da Operação Gota programada para 2026. De acordo com a idade e a situação vacinal, crianças, adultos, idosos e gestantes terão acesso a todos os imunizantes disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é alcançar 22 aldeias e aplicar 2.300 doses de vacinas.
Este ano, o Ministério da Saúde, em parceria com a Força Aérea Brasileira, já promoveu outras quatro missões em terras indígenas na Amazônia Legal para ampliar o acesso à imunização em áreas remotas, onde a logística é feita 100% por via aérea. As ações foram realizadas nos DSEI Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá, Vale do Javari, e Amapá e Norte do Pará. Aproximadamente 67 profissionais de saúde participaram das ações. Segundo a Secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Lucinha Tremembé, a iniciativa ajuda a garantir atendimento de saúde aos povos indígenas que vivem em áreas remotas do país. “A vacinação é fundamental em qualquer fase da vida. Manter o Cartão de Vacinas atualizado ajuda a prevenir doenças e a cuidar da saúde individual e coletiva. Com essa parceria entre os Ministérios da Saúde e da Defesa, é possível levar os imunizantes aos locais em que as equipes não conseguem chegar por estradas ou hidrovias”, disse.
Até o momento, foram atendidas 121 aldeias, com 8,4 mil indígenas vacinados e um total de 14 mil doses de vacinas aplicadas. Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades.
Serão ofertadas as seguintes vacinas:
- BCG;
- Hepatite B recombinante;
- Penta (DTP/Hib/HB)
- Pólio inativada VIP;
- Rotavírus humano;
- Pneumo 10-v e 20-v;
- Meningo C;
- Influenza;
- Covid-19;
- Febre amarela;
- Meningo ACWY;
- Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); · Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela)
- Varicela;
- DTP;
- Hepatite A;
- Pneumo 23-v;
- dT;
- HPV 4;
- VSR
Operação Gota
A Operação Gota é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal, fortalecendo as ações em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.
Na quinta missão deste ano, além das vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, os indígenas terão acesso à profilaxia pré-exposição contra a raiva humana.
Rayane Bueno
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Ministro da Saúde visita ampliação da fábrica da Novamed, do Grupo EMS, em Manaus (AM)
Nesta quinta-feira (10), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha visitou a fábrica da Novamed, do Grupo EMS, maior conglomerado farmacêutico do Brasil. A unidade inaugurou área que expande em 30% a planta fabril, além do Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), que ampliará a capacidade de oferta de novas opções de tratamento no mercado brasileiro. Como destaque do portfólio, o Grupo conta com nove registros na Anvisa de medicamentos análogos ao GLP-1, as chamadas canetas emagrecedoras, dentre os princípios ativos semaglutida e liraglutida.
“Essa aqui é a primeira caneta emagrecedora 100% desenvolvida no Brasil, de acesso à população. E já é líder do mercado da semaglutida. Quando expirou o prazo da chamada patente, a Anvisa e o Ministério da Saúde convocaram empresas no Brasil inteiro e no mundo, que tinham a tecnologia do desenvolvimento desse tipo de medicamento, para apresentar o pedido de registro, e a primeira foi essa, produzida por vocês. Eu sei o quanto vocês estão investindo nessa produção e tem uma coisa que nós estamos absolutamente convencidos: que a gente fez todo o esforço para que o Brasil assumisse a tecnologia da produção desse tipo de medicação”, afirmou o ministro Alexandre Padilha.
Como destacou o ministro, a produção nacional amplia o acesso e incorpora tecnologia no país. “Não era só para derrubar o preço, que é muito importante. E já está praticando três vezes mais barato. É que isso aumenta a possibilidade de acesso à nossa população. Mas mais do que isso, era absorver essa tecnologia, porque se hoje ela é importante para o diabetes, o combate à obesidade, cada vez mais a gente vê estudos que mostram que ela pode ter impacto ainda maior para outras doenças. Certamente essa tecnologia, essa plataforma tecnológica, vai poder produzir no futuro medicações para outras doenças crônicas, para o câncer. A gente poder se apropriar desde já dessa plataforma tecnológica tem um peso muito grande para o nosso país.”
Medicamentos análogos ao GLP-1
Desde 2025, o Sistema Único de Saúde estuda os impactos das canetas nos tratamentos de diabetes tipo 2 e obesidade. Ao avaliar seus efeitos, com uma demanda do uso da semaglutida em análise pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), o Ministério também iniciou uma estratégia para fomentar a oferta desses medicamentos no mercado. Antes do vencimento da patente, em setembro de 2025, foi aberta uma convocação para que empresas apresentassem projetos de registro de novas canetas.
Priorizando propostas com produção nacional, a iniciativa buscou ampliar a concorrência, estimular a indústria brasileira, a geração de empregos e a soberania tecnológica. Também foi solicitado à Anvisa uma prioridade na análise das propostas e no registro dos medicamentos com esses princípios ativos, considerando que quanto maior o número de genéricos no mercado, maior a queda dos preços, fator importante para possibilitar a incorporação e aumentar o acesso à população. Essa estratégia já apresentou a entrada de novos produtos no mercado, com preços 70% mais baixos e 14 canetas registradas.
Estudo do Grupo Hospitalar Conceição
Em paralelo às estratégias para ampliação no mercado e redução de preço, o Ministério também iniciou, em junho deste ano, um protocolo de acompanhamento com uso de semaglutida no Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre. A iniciativa avaliará cerca de 250 pessoas com obesidade grave ou associada a outras doenças, com indicação para cirurgia bariátrica, para analisar aspectos clínicos, operacionais e econômicos do tratamento e sua possível aplicação na realidade do SUS.
Ana Freitas
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
-
OAB MT5 dias atrásParanatinga, Primavera, Campo Verde e Rondonópolis recebem primeiras edições do projeto Conecta Advocacia
-
OAB MT5 dias atrásParanatinga, Primavera, Poxoréu, Campo Verde e Rondonópolis recebem primeiras edições do projeto Conecta Advocacia
-
POLÍTICA7 dias atrásRealidades do interior podem inspirar reportagens para o Troféu Parlamento
-
BRASIL6 dias atrásWi-Fi público: cuidados essenciais para navegar com segurança
-
EDUCAÇÃO6 dias atrásMEC participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
-
Sinop6 dias atrásFesteja Sinop: Marcha para Jesus e show de Maria Marçal marcam programação do Festeja Sinop na próxima segunda-feira (7)
-
POLITÍCA NACIONAL6 dias atrásVoto no exterior cresce 31%; saiba como votar e justificar a ausência
-
POLÍCIA FEDERAL6 dias atrásFICCO/MG e PM/ES prendem investigado por liderar tráfico de drogas




