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Wilson Santos garante novos trechos asfaltados em Acorizal

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Com a destinação de R$ 6 milhões em emendas parlamentares para a Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra), o deputado estadual Wilson Santos (PSD) garantirá a pavimentação asfáltica de 11 km de estrada rural para atender o distrito de Aldeia até a comunidade Tenda, em Acorizal. A obra vai garantir qualidade de vida aos usuários do trecho. O benefício conta com convênio firmado junto ao governo estadual, com articulação do parlamentar junto ao prefeito Diego Ewerton (UB) e o vereador Joacy Oliveira (PP).

“Estamos fiscalizando essa importante obra, que conta com emendas de minha autoria e notamos um grande avanço. A empresa contratada continua trabalhando já fazendo as sarjetas, meio fio, logo vem uma capa, depois vem as sinalizações horizontal e vertical. As melhorias que garantimos na área da infraestrutura, não só atende o aspecto social, como, também, proporciona o desenvolvimento econômico da região”, comentou o parlamentar.

Além deste benefício, Wilson Santos articulou junto à gestão estadual a entrega de 5,34 km de asfalto da estrada que liga o distrito da Aldeia à Acorizal, em junho de 2023. “Essa estrada era um anseio da população que vive no distrito de Aldeia. Ajudamos na atualização do projeto executivo para a pavimentação junto ao ex-prefeito de Acorizal, Diego Taques, e a obra foi de alta qualidade e com baixo custo”, ressaltou o deputado.

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Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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