POLÍTICA
Rádio Assembleia lança campanha para fortalecer comunicação institucional
POLÍTICA
A Rádio da Assembleia 89,5 FM iniciou uma campanha inédita para divulgar a sua programação. A divulgação está sendo feita por meio de outdoors nas ruas e avenidas de Cuiabá, bem como veiculada em ônibus (busdoor) em locais estratégicos da cidade e mídia digital.
Conforme o superintendente da Rádio, José Marques, o objetivo é ampliar a visibilidade do meio de comunicação, que desempenha um papel institucional relevante.
“Buscamos não apenas valorizar nossa cultura e música, mas também fortalecer a divulgação das informações da Assembleia Legislativa, incentivando a participação da população com a política. Anteriormente, cogitava-se a extinção da rádio, mas, ao contrário, ela se fortaleceu, adaptando-se às novas mídias. Dispomos de redes sociais, que também constituem um canal importante e que potencializaremos, levando o nome da Rádio Assembleia a todos os cantos de Mato Grosso”, disse ele.
Atualmente, a programação da rádio é diversa, atingindo vários públicos e faixas etárias, iniciando o dia com o “Acorda MT”, na sequência entra no ar a transmissão da “Rádio Câmara”, via rede. Também constam na programação da Rádio AL, os programas Balanço Geral, Painel, Segue o Som, A Hora do Esporte, Sala do Rock, Lugar de Mulher, Música é Lei, Sons de MT, Balanço MT, Expresso 89, Viva Voz, No 12 Sound, todos produzidos pela rádio, além das transmissões ao vivo, como sessões, comissões, audiências e eventos institucionais.
“A intenção é que seja uma campanha contínua, mantendo esses espaços de mídia para que as pessoas possam conhecer e sintonizar a Rádio Assembleia, participando de sua programação. Pretendemos ampliar ainda mais essas campanhas e valorizar nossa grade estadual, nossa rede legislativa estadual”, lembrou o superintendente.
Entre os destaques, está a criação do programa Viva-Voz, que mostra como a sociedade acontece, dando espaço aos movimentos sociais, políticos e de minorias, de todos os segmentos.
A Rádio Assembleia também trasmite o programa A Voz do Brasil, que ganhou dimensão histórica ao sair de Brasília, pela primeira vez em 90 anos, foi apresentada em setembro do ano passado diretamente dos estúdios da Rádio Assembleia, em Cuiabá, em uma transmissão conjunta com quatro praças da Rede Legislativa de Rádio.
José Marques afirma que a expansão da divulgação da programação da rádio vem sendo desenvolvida desde o ano passado, quando o atual secretário de comunicação, coronel Henrique Santos, assumiu a pasta.
“Foi tudo planejado em conjunto com a Mesa Diretora que nos solicitou essa potencialização da comunicação e faz parte do plano de ações da Secretaria de Comunicação. Estamos reforçando esse trabalho para alcançarmos as famílias de Mato Grosso, especialmente na Baixada Cuiabana, onde o sinal é mais forte”, esclareceu José Marques.
Como acessar – Atualmente, a programação pode ser acompanhada pela frequência 89,5 e também ao vivo pelo site www.al.mt.gov.br, e a meta é ampliar o sinal por meio de parcerias nos municípios, alcançando os 142 municípios de Mato Grosso.
“Essa campanha faz parte da estratégia para ampliar a comunicação, incluindo informações sobre a rádio, com a missão de ampliar o alcance da programação, qualificando o conteúdo produzido pela Casa e intensificar a conexão com a população”, finalizou Marques.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia
O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.
A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.
A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.
“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.
Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.
“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.
Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.
Fonte: ALMT – MT
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