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Papai Noel, brinquedos, lanche e pula-pula garantem o Natal dos pequeninos do Nico Baracat, em Cuiabá

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Foto: PRISCILA MENDES

Mil e quinhentas crianças com brinquedos neste Natal. Esse é o resumo do Natal Solidário da Assembleia Social (Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT), promovido na noite dessa quinta-feira (12), no Residencial Nico Baracat, região periférica de Cuiabá, em parceria com a liderança comunitária César Trator.

Mas houve muito mais que brinquedos para crianças e adolescentes do bairro e redondezas: a festa para a criançada teve pipoca, refrigerante, cachorro-quente, pula-pula e, claro, a visita do Bom Velhinho, com direito a fila para fotos e pedidos.

“Quando a gente vê as crianças surgindo em uma esquina e isso vai virando uma multidão, é uma alegria indescritível! Tudo que a gente faz aqui é com muito amor, com muita dedicação e com muita verdade!”, contextualizou a superintendente da Assembleia Social, Dani Paula Oliveira, no entardecer do dia especial.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado Eduardo Botelho, destacou em sua fala que a arrecadação dos brinquedos é fruto do ingresso social ao Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, armazenado durante o ano, para ações de Dia das Crianças e natalinas. “Só quero dizer que Deus é bom demais, que nos deu forças e fez com que o Teatro arrecadasse todos esses brinquedos para vocês”, explicou. Botelho aproveitou o momento para desejar boas festas à comunidade do Nico Baracat. “A todos, um feliz Natal e um ano novo cheio de realizações”!

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Quem solicitou a parceria com a Assembleia Social para realizar uma ação dessa grandeza no Residencial Nico Baracat, atendendo a região dos bairros após o Osmar Cabral, em Cuiabá, foi a liderança comunitária César Augusto da Silva, mais conhecido como César Trator. Foi ele quem cadastrou antecipadamente as crianças junto às famílias. “Eu quero agradecer a Assembleia Social por mais um ano fazer essa ação social muito boa para as crianças. Esses presentes maravilhosos e a presença do Papai Noel com certeza vão ficar na memória deles. Quero também agradecer à Dani Paula e a todos os colaboradores que fizeram acontecer esse evento e ao deputado Eduardo Botelho, que abraça essa causa”, sintetizou.

Ariane Souza de Paula tem três filhos e conseguiu brinquedos para todos. Ela é moradora do Residencial Altos do Cerrado e ficou sabendo do cadastramento por uma amiga. As gêmeas de 10 meses Rebeca e Ester e o Samuel, de 6 anos, saíram com brilho nos olhos. “Eles vão se divertir e vão brincar muito”, projeta a mamãe. A criançada já tinha comido pipoca e o pequeno Samuel iria, logo mais, entrar na fila do pula-pula. “Este ano é a primeira festinha de natal que eles estão participando”, comenta Ariane, registrando que busca esses momentos comunitários festivos.

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A Assembleia Social organiza toda a estrutura, como caminhão-palco, sonorização, tendas, decoração, cadeiras, bem como as demandas de acolhimento, como as brincadeiras, a visita do Papai Noel, água e lanches. Com essa ação, o setor ultrapassa de 4 mil brinquedos distribuídos entre as festividades de Dia das Crianças e de Natal, por meio da solicitação de associações filantrópicas e projetos sociais. Ao final do levantamento deste ano, a superintendência irá divulgar a listagem completa.

Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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