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Galeria virtual “Sempre Dalva” mostra obras e vida de artista plástica mato-grossense

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VIVIANNE MARQUES / Superintendência da TV Assembleia

Um passeio virtual pela obra e pela vida da artista plástica mato-grossense Dalva de Barros. É isso o que a galeria “Sempre Dalva” proporciona a quem visita o espaço on-line. O projeto é fruto de edital promovido pela Lei Aldir Blanc e traz o acervo de diversos colecionadores. Um trabalho de fôlego que busca democratizar o acesso à arte e ao universo de Dalva de Barros.

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel) lançou alguns editais que renderam projetos importantes para a cultura mato-grossense. Entre esses projetos está o que permitiu a criação da galeria virtual “Sempre Dalva”, que reúne 136 obras da artista plástica mato-grossense Dalva de Barros.

O produtor executivo e curador do projeto, Mário Olímpio, afirma que a proposta da galeria digital nasceu da constatação da pouca presença da artista no universo cibernético, apesar dos mais de 60 anos de carreira e de uma presença consolidada na história da arte mato-grossense e brasileira.

“Em conversa com a família, especialmente com os sobrinhos Adriângelo e Dorian Antunes, elaboramos o projeto e participamos do edital da Lei Aldir Blanc em Mato Grosso, onde fomos selecionados. Depois, foi o trabalho todo de execução do projeto, com as fases de pesquisa, registro fotográfico profissional, catalogação, curadoria e publicação do acervo de mais de 136 obras no site www.sempredalva.com.br e nas mídias sociais”, disse Olímpio.

De acordo com produtor executivo, o projeto contribui para consolidar a presença da artista na internet e oferece uma alternativa gratuita para estudantes, professores, pesquisadores, colecionadores, público usuário, apreciadores de arte, enfim, abre à comunidade um importante canal de proteção, preservação e difusão do patrimônio artístico e cultural nacional.

“Ao todo, catalogamos mais de 150 peças que, depois de tratadas, foram mostradas uma a uma para a Dalva em duas sessões de validação de informações catalográficas, como certificação da autoria, data de produção, dimensão e técnica e, ao final, 136 imagens de obras compõem essa primeira versão da Galeria Digital do projeto”, resumiu ele.

Pinacoteca – Paralelo à galeria virtual “Sempre Dalva”, Olímpio enaltece também a homenagem que a artista mato-grossense recebeu da Assembleia Legislativa, que criou a Pinacoteca Dalva de Barros em 2007.

“Para a Assembleia, é a oportunidade de potencializar as ações da pinacoteca Dalva de Barros, que a partir de agora tem acesso também a um acervo poderoso, farto e qualificado da obra da artista, podendo fazer ações de difusão e valorização da arte regional, por meio de parcerias e gestão compartilhada desse acervo”, apontou ele. “A Assembleia tem papel institucional relevante na construção de políticas públicas de cultura e deve ser protagonista nesse processo”, disse o produtor.

O objetivo da pinacoteca é receber, organizar e resguardar o patrimônio em termos de artes plásticas na sede do legislativo, permitindo com isso, o acesso às obras de arte, pinturas e quadros. De acordo com informações da superintendente do Instituto Memória, Mara Visnadi, o trabalho da pinacoteca fica a cargo de técnicos especialmente treinados para levantamento, catalogação, exposição, armazenamento em reserva técnica, restauração e manutenção das obras de arte pertencentes ao acervo da Casa de Leis. “O espaço pinacoteca é o início de uma base sólida do acervo que o Legislativo possui”, explicou Mara.

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A gerente do Núcleo de Ação Cultural do Instituto Memória, Rosana Muller, esclarece que a pinacoteca conta com 88 obras de renomados artistas mato-grossenses. “A pinacoteca funciona com exposições de artistas dentro e fora da Casa para as pessoas conhecerem os profissionais. Na sede da Assembleia, são 28 obras nos gabinetes e 61 delas na área administrativa. Temos nossa equipe que faz o controle duas vezes ao ano, passando nos setores para verificar como as obras se encontram”, afirmou Rosana.

Conforme declarações da gerente, a Assembleia pretende implantar, num futuro próximo, a galeria virtual com as obras da pinacoteca. “Há um estudo para a criação dessa galeria, que pode ser implantada ainda este ano”, explicou Rosana.

Dalva de Barros – Nascida em 1935, em Cuiabá, Dalva é filha de sertanista, seringueiro e comprador de diamantes. Sempre se mostrou sensível às questões sociais. Foi professora em escolas rurais no interior e, quando fixou residência na capital, ensinava arte em espaços públicos.

Um passeio virtual pela obra e pela vida da artista plástica mato-grossense Dalva de Barros. É isso o que a galeria “Sempre Dalva” proporciona a quem visita o espaço on-line. O projeto é fruto de edital promovido pela Lei Aldir Blanc e traz o acervo de diversos colecionadores. Um trabalho de fôlego que busca democratizar o acesso à arte e ao universo de Dalva de Barros.

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel) lançou alguns editais que renderam projetos importantes para a cultura mato-grossense. Entre esses projetos está o que permitiu a criação da galeria virtual “Sempre Dalva”, que reúne 136 obras da artista plástica mato-grossense Dalva de Barros.

O produtor executivo e curador do projeto, Mário Olímpio, afirma que a proposta da galeria digital nasceu da constatação da pouca presença da artista no universo cibernético, apesar dos mais de 60 anos de carreira e de uma presença consolidada na história da arte mato-grossense e brasileira.

“Em conversa com a família, especialmente com os sobrinhos Adriângelo e Dorian Antunes, elaboramos o projeto e participamos do edital da Lei Aldir Blanc em Mato Grosso, onde fomos selecionados. Depois, foi o trabalho todo de execução do projeto, com as fases de pesquisa, registro fotográfico profissional, catalogação, curadoria e publicação do acervo de mais de 136 obras no site www.sempredalva.com.br e nas mídias sociais”, disse Olímpio.

De acordo com produtor executivo, o projeto contribui para consolidar a presença da artista na internet e oferece uma alternativa gratuita para estudantes, professores, pesquisadores, colecionadores, público usuário, apreciadores de arte, enfim, abre à comunidade um importante canal de proteção, preservação e difusão do patrimônio artístico e cultural nacional.

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“Ao todo, catalogamos mais de 150 peças que, depois de tratadas, foram mostradas uma a uma para a Dalva em duas sessões de validação de informações catalográficas, como certificação da autoria, data de produção, dimensão e técnica e, ao final, 136 imagens de obras compõem essa primeira versão da Galeria Digital do projeto”, resumiu ele.

Pinacoteca – Paralelo à galeria virtual “Sempre Dalva”, Olímpio enaltece também a homenagem que a artista mato-grossense recebeu da Assembleia Legislativa, que criou a Pinacoteca Dalva de Barros em 2007.

“Para a Assembleia, é a oportunidade de potencializar as ações da pinacoteca Dalva de Barros, que a partir de agora tem acesso também a um acervo poderoso, farto e qualificado da obra da artista, podendo fazer ações de difusão e valorização da arte regional, por meio de parcerias e gestão compartilhada desse acervo”, apontou ele. “A Assembleia tem papel institucional relevante na construção de políticas públicas de cultura e deve ser protagonista nesse processo”, disse o produtor.

O objetivo da pinacoteca é receber, organizar e resguardar o patrimônio em termos de artes plásticas na sede do legislativo, permitindo com isso, o acesso às obras de arte, pinturas e quadros. De acordo com informações da superintendente do Instituto Memória, Mara Visnadi, o trabalho da pinacoteca fica a cargo de técnicos especialmente treinados para levantamento, catalogação, exposição, armazenamento em reserva técnica, restauração e manutenção das obras de arte pertencentes ao acervo da Casa de Leis. “O espaço pinacoteca é o início de uma base sólida do acervo que o Legislativo possui”, explicou Mara.

A gerente do Núcleo de Ação Cultural do Instituto Memória, Rosana Muller, esclarece que a pinacoteca conta com 88 obras de renomados artistas mato-grossenses. “A pinacoteca funciona com exposições de artistas dentro e fora da Casa para as pessoas conhecerem os profissionais. Na sede da Assembleia, são 28 obras nos gabinetes e 61 delas na área administrativa. Temos nossa equipe que faz o controle duas vezes ao ano, passando nos setores para verificar como as obras se encontram”, afirmou Rosana.

Conforme declarações da gerente, a Assembleia pretende implantar, num futuro próximo, a galeria virtual com as obras da pinacoteca. “Há um estudo para a criação dessa galeria, que pode ser implantada ainda este ano”, explicou Rosana.

Dalva de Barros – Nascida em 1935, em Cuiabá, Dalva é filha de sertanista, seringueiro e comprador de diamantes. Sempre se mostrou sensível às questões sociais. Foi professora em escolas rurais no interior e, quando fixou residência na capital, ensinava arte em espaços públicos.

Fonte: ALMT

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Vencedores destacam a força do rádio e estimulam novas inscrições

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Os trabalhos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) chegam diariamente aos ouvidos de muitos mato-grossenses pelas ondas do rádio. As notícias alcançam cidadãos apegados ao aparelho antigo e também aqueles mais conectados, que acompanham suas emissoras preferidas pela internet. Todos podem conferir boas reportagens em áudio sobre o que se passa no Legislativo estadual, como demonstraram os vencedores da categoria Radiojornalismo na primeira edição do Prêmio ALMT de Jornalismo – Troféu Parlamento.

Os profissionais responsáveis pelas três matérias premiadas garantem que vale a pena apresentar bons trabalhos para concorrer ao prêmio, cuja segunda edição foi lançada recentemente. A nova edição traz o tema: “Onde a lei nasce, a cidadania cresce”, mantém as categorias da edição anterior e amplia a premiação em dinheiro para R$ 300 mil. As inscrições estarão abertas entre 30 de junho e 9 de novembro de 2026.

Primeira colocada na categoria Radiojornalismo na edição pioneira, a jornalista Verônica Rakel, da Rádio Vila Real, venceu com a reportagem “Audiência Pública: A Assembleia Legislativa de Mato Grosso trabalhando em parceria com o cidadão”. O material nasceu da observação das audiências públicas promovidas pelo Parlamento estadual e buscou mostrar como a participação popular contribui para a construção de políticas públicas e decisões que impactam diretamente a sociedade.

Para ela, receber o reconhecimento representou um marco em sua trajetória profissional. “Ter o meu trabalho escolhido entre tantos outros no estado me trouxe a certeza de que estou no caminho certo e fazendo o que mais amo, que é comunicar através das ondas do rádio. E, por ser a primeira edição, teve um sentimento ainda maior de emoção e alegria”, afirmou.

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Foto: MARCOS LOPES/ALMT

O segundo lugar ficou com o jornalista Vinícius Antônio, da TRT FM, autor da reportagem “Valorização cultural – Judiciário e Legislativo reforçam a luta dos quilombolas em MT”. O trabalho destacou ações desenvolvidas em apoio à comunidade quilombola Mata Cavalo e a atuação conjunta de instituições públicas na promoção da cidadania.

“Sou do rádio desde muito cedo e ter sido agraciado com um prêmio em que outros grandes comunicadores também produziram materiais com muito profissionalismo reforça o entendimento de que o rádio permanece vivo e presente, mais que qualquer outro veículo, no dia a dia do cidadão”, destacou.

Segundo ele, a pauta surgiu da intenção de dar visibilidade à cultura quilombola e mostrar como as ações do poder público chegam às comunidades.

O terceiro lugar, por sua vez, foi conquistado pelos jornalistas Simone Guedes e Eduardo Cardoso, da Rádio Bom Jesus FM, com a reportagem “ALMT revisa limites urbanos para destravar serviços e dar segurança jurídica”. A produção acompanhou os debates promovidos pela Casa sobre a atualização das divisas municipais em Mato Grosso e os impactos da medida para moradores de regiões de fronteira.

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“Gostei do olhar da Assembleia para essa pauta e da preocupação com quem está na base, especialmente as comunidades rurais que convivem diariamente com essas dificuldades”, relatou Simone.

A reportagem buscou mostrar como a revisão dos limites territoriais pode contribuir para ampliar o acesso a serviços públicos e garantir maior segurança jurídica para milhares de cidadãos.

Os três profissionais de comunicação são unânimes ao afirmar que a experiência foi positiva e que vale a pena participar da nova edição do prêmio, o que todos pretendem fazer. “Já estou selecionando algumas produções e pensando em qual delas pode representar meu trabalho nesta nova edição”, revelou Vinícius.

Verônica também confirmou que pretende concorrer novamente. “Hoje tenho a grata satisfação de estar aqui incentivando que mais profissionais se inscrevam”, declarou. Simone garantiu que quer brigar pelo prêmio novamente. “Com toda certeza vou participar da segunda edição. Agora vou buscar o primeiro lugar”, brincou.

Criado para reconhecer produções jornalísticas que aproximam a sociedade do Poder Legislativo, o Prêmio ALMT de Jornalismo recebeu, em sua primeira edição, 293 trabalhos produzidos por profissionais de 19 municípios mato-grossenses, consolidando-se como uma das maiores iniciativas de valorização da comunicação regional.

Fonte: ALMT – MT

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