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Deputado realiza vistoria técnica em nova sede da Força Tática da PM em Cuiabá

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Foto: FERNANDA BORRALHO / ASSESSORIA DE GABINETE

Presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária (CSPC) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual João Batista do Sindspen, realizou uma vistoria técnica na nova sede da Força Tática da Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (08), em Cuiabá. A agenda foi conduzida pelo tenente coronel da PM, Osmário Cícero, comandante da Força Tática em Cuiabá, e contou com a presença da sociedade civil organizada do bairro Quilombo, formada pelo associação de moradores e o Conselho de Segurança (Conseg), onde a nova unidade está situada.

A vistoria técnica, como explicou João Batista, foi realizada com o propósito de levantar as demandas mais urgentes ligadas à infraestrutura do local. Os policiais da Força Tática estão há pouco mais de três anos em atuação na capital, tendo adquirido em setembro do ano passado, a concessão de um prédio no bairro Quilombo, abandonado há quase 20 anos.

“Neste primeiro momento, o prédio não oferece as condições mínimas de alojamento para os integrantes da Força Tática, mas devemos lembrar que este é apenas o início da história destes profissionais em nossa capital. Dentro do Parlamento, vamos ajudar de todas as formas possíveis, seja por meio da destinação de emendas, criação de projetos, ou até mesmo chamar a atenção do Poder Executivo, se for o caso”, disse o deputado.

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De acordo com o tenente coronel Osmário, a parceria firmada com o deputado João Batista, “já está rendendo frutos”, ao afirmar que o parlamentar irá viabilizar o projeto de engenharia civil para a reforma do prédio. “Ele prontamente nos atendeu e já disponibilizou um profissional que está nos auxiliando com o projeto. Aqui também deixo o meu agradecimento aos moradores do bairro Quilombo, que nos tem auxiliado neste primeiro momento”.

Fonte: ALMT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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