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Comissão de segurança vai acompanhar operação que prendeu policiais militares

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A comissão de segurança pública da Assembleia Legislativa presidida pelo deputado estadual, Elizeu Nascimento (PL) apresentou nesta quinta-feira (31), um requerimento para acompanhar in loco, a situação dos policiais militares detidos na operação Simulacrum.

Elizeu que é policial militar da reserva serviu no Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), por 14 anos e disse na tribuna que algumas vezes foi obrigado a enfrentar criminosos fortemente armados no combate à criminalidade.

“Muitas das vezes somos obrigados a usar a força letal para revidar as injustas agressões que sofremos de criminosos fortemente armados. Criminosos que não pensam duas vezes antes de tirar a vida de um pai de família. O policial em uma situação difícil tem questão de milésimo de segundo para tomar uma decisão que pode custar até a sua vida. Uma demora na reação, pode fazer com que o policial perca a vida em serviço, como já aconteceu algumas vezes”, declarou Elizeu.

No requerimento, Elizeu pede que aconteça uma visita técnica de inspeção e constatação pelos membros da comissão, na Delegacia Especializada de Homicídios Proteção à Pessoa (DHPP), Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Força Tática, Rotam e demais batalhões com a finalidade de averiguação e acompanhamento dos policiais militares investigados.

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Além de Elizeu, assinaram o documento os deputados João Batista, Doutor João e Ulysses Moraes que irão acompanhar as visitas que devem começar já nesta sexta-feira (1°).

Com a inspeção e acompanhamento, os deputados buscam transparência no decorrer da operação.

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CPI da Saúde suspende oitivas durante período eleitoral

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) suspendeu, nesta quarta-feira (2), as reuniões com convocações e oitivas durante o período eleitoral. A decisão foi comunicada após a leitura de parecer da Procuradoria-Geral da Casa Leis, que considerou juridicamente possível a suspensão dos trabalhos. O documento foi ratificado pela Mesa Diretora.

Com a medida, não foram realizados os depoimentos previstos para esta tarde. Seriam ouvidos o ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo e o atual ocupante da pasta, Juliano Melo. A reunião foi encerrada após a leitura do parecer.

Conforme o calendário definido nesta quarta-feira, os trabalhos com reuniões abertas e convocações serão retomados em 7 de outubro, primeira quarta-feira após o primeiro turno da eleição. Durante a suspensão, a CPI poderá continuar atividades internas relacionadas à produção do relatório e receber documentos e informações que contribuam para a investigação.

Segundo o procurador da Assembleia, Francisco Brito, a suspensão foi solicitada pela maioria absoluta dos integrantes da CPI para preservar a lisura do processo eleitoral e evitar eventuais interferências dos trabalhos da comissão no pleito. Ele avaliou que a suspensão não compromete o andamento da apuração diante do volume de documentos já reunidos.

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“Já há muito documento produzido, o relatório do Tribunal de Contas do Estado, o inquérito da Polícia Federal, a perícia da Polícia Federal e também os próprios pareceres da Procuradoria-Geral do Estado”, afirmou.

O procurador ainda esclareceu que os trabalhos devem ser concluídos até o término da atual legislatura, que ocorre em 31 de janeiro de 2027.

A CPI investiga possíveis irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, relacionados às investigações que resultaram na Operação Espelho. Na reunião da semana passada, a comissão ouviu a ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar Carolina Campos e o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira.

Fonte: ALMT – MT

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