POLÍTICA
Assembleia Legislativa lança 1º Prêmio de Jornalismo
POLÍTICA
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) lançou, nesta terça-feira (30), o 1º Prêmio Jornalismo – Troféu Parlamento – com o intuito de divulgar e estimular os trabalhos dos jornalistas que fazem a cobertura das atividades legislativas. O tema é “A Assembleia Legislativa na vida do povo mato-grossense”.
A premiação visa não só reconhecer o talento dos jornalistas do estado, mas também destacar a relevância de suas contribuições para a sociedade mato-grossense, por meio da divulgação de assuntos discutidos em sessões plenárias, comissões permanentes e temporárias, audiências públicas que resultam em leis e outras ações produzidas pelos deputados estaduais.
Durante o lançamento do prêmio, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), lembrou de alguns jornalistas que passaram pela Casa e que contribuíram de forma direta para que as informações do Legislativo chegasse à população.
“Essas personalidades plantaram uma boa semente, deixaram uma boa marca. Tive a oportunidade de conhecer várias histórias de profissionais que honraram as famílias trabalhando no Parlamento. Entendo que esse prêmio vai estimular todos os jornalistas a participarem dessa iniciativa”, revelou Russi.
Para o primeiro-secretário da Assembleia, deputado Dr. João (MDB), o Prêmio se torna um marco histórico para o Poder Legislativo na comunicação.
“Esse prêmio vai abrir as portas para que a imprensa tenha mais espaço no Parlamento. Vai ser para a imprensa, para as empresas ativas e será muito melhor para a sociedade. Eu acho que nós vivemos numa sociedade democrática, então nós temos que abrir realmente o Parlamento”, espera dr João.
De acordo com o secretário de Comunicação da Assembleia Legislativa, coronel Henrique Santos, desde quando assumiu a pasta, o pensamento da Mesa Diretora é o de fazer um trabalho diferenciado.
“A gente está no ano de comemoração dos 190 anos da Assembleia, então resolvemos montar alguma coisa que impactasse nisso. E aí, dentro da Secretaria de Comunicação, surgiu a ideia do primeiro Prêmio do Jornalismo, uma coisa que nunca tinha sido feita aqui pelo Parlamento. O movimento foi crescendo e a Mesa Diretora achou interessante, pediu para desenhar um projeto e rapidamente foi autorizado”, contou o secretário.
O presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor), Itamar Perenha, falou da importância que a premiação pode proporcionar com o propósito de abrir novos caminhos para novos prêmios.
“Muito importante a iniciativa da Assembleia Legislativa. Para mim, a comunicação pública disputa espaço com a comunicação privada. A mensuração que é diferente e a percepção do resultado dessa comunicação que também é diferente. No caso da comunicação privada, a empresa tem como medir esses resultados de forma mais imediata, pelo volume de vendas, pelo acesso de clientes, pela demanda por produtos. A percepção do benefício público se dá de forma mais lenta”, apontou Perenha.
A coordenadora do curso de jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Rosceli Kochhann, elogiou a Assembleia Legislativa que vai abrir as portas para surgir novos talentos na profissão.
“Estamos tentando desenvolver e trabalhar no nosso curso a velocidade da adaptação dos conteúdos da sala de aula, das práticas profissionais ainda experimentais com essa velocidade. Essa frequência de participação nos prêmios é mais uma oportunidade enriquecida para que eles construam conhecimentos, saiam um pouco dos muros da sala de aula e consigam produzir conteúdos”, comentou ela.
Homenagem – Durante o lançamento do Prêmio Jornalismo – Troféu Parlamento, a Assembleia Legislativa homenageou cinco profissionais da imprensa mato-grossense já falecidos: Walter Rabello, Mario Marques, Lygia Lemos, Fablício de Barros e Paulo Leite.
O filho de Lygia Lemos, jornalista Marcos Lemos, lembrou que a homenagem tem um significado especial para a família, pois sua trajetória profissional se entrelaça com a história da Assembleia.
“Iniciei minha carreira profissional na mesma época que ela. Viemos para a Assembleia juntos, e nossos caminhos convergiram inicialmente, trabalhando em pontos distintos e, ao mesmo tempo, unidos”, disse Lemos.
“O mais importante é o reconhecimento e dedicação dela. Nutrimos apreço por esta Casa e amor pela profissão. Ela sempre demonstrou profundo respeito pela Assembleia, e tanto ela quanto eu aprendemos muito, adquirindo, acima de tudo, respeito pela profissão e pela comunidade”, revelou ele.
Inscrições – As inscrições para a premiação serão de 1º de outubro a 5 de novembro, sendo que, para se cadastrar no site oficial e acesso a todas as informações sobre o prêmio. Vale destacar que o período de avaliação e julgamento será de 15 de novembro a 20 de dezembro. A entrega da premiação acontecerá no dia 29 de janeiro de 2026. O candidato deverá fazer a inscrição no portal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – www.al.mt.gov.br – Para se inscrever clique AQUI – enviando as reportagens de acordo com a categoria correspondente (Telejornalismo, Reportagem em Texto, Radiojornalismo, Fotojornalismo e Universitário).
Premiação – O Prêmio será dividido nas categorias de telejornalismo, reportagem em texto, radiojornalismo, fotojornalismo e universitário.
Os três melhores trabalhos de cada categoria (Telejornalismo, Reportagem em Texto, Radiojornalismo, Fotojornalismo e Universitário), definidos pela Comissão Julgadora do 1º Prêmio ALMT de Jornalismo, serão premiados da seguinte forma:
1º lugar – R$ 20.000,00 e troféu.
2º lugar – R$ 10.000,00 e placa de homenagem;
3º lugar – R$ 5.000,00 e placa de homenagem.
O pagamento da premiação aos vencedores ocorrerá em até trinta dias após o anúncio do resultado final.
Comissão – De acordo com a portaria nº 01/2025/SCS/ALMT, a Mesa Diretora definiu que a comissão formada por seis membros para organização dos trabalhos ou candidaturas submetidas ao Prêmio ficou assim definida: Francisco Marcio Moreira da Silva, José Carlos Marques Pereira Junior, Juliana Elizabeth de Moraes Medeiros, Kimberly Oliveira Dantas, Noemia Pereira de Almeida e Simone Dall Agnol que terão como atribuições promover a divulgação do 1º Prêmio ALMT de Jornalismo; elaborar o site de inscrição; receber e analisar as candidaturas submetidas ao Prêmio; verificar e atestar a regularidade das inscrições e se os trabalhos inscritos obedecem fielmente às disposições do regulamento; encaminhar os trabalhos inscritos para avaliação da Comissão Julgadora; organizar o evento e premiação do 1º Prêmio ALMT de Jornalismo.
Posteriormente, será instituída uma Comissão julgadora para avaliar e classificar os trabalhos inscritos. Os nomes ainda não foram divulgados.
Projeto de Resolução – O Projeto de Resolução 764/2025, de autoria da Mesa Diretora, que institui o Prêmio ALMT de Jornalismo no âmbito do Poder Legislativo do estado foi aprovado por unanimidade, em segunda votação, durante sessão ordinária no dia 10 de outubro.
À Secretaria de Comunicação (Secom/ALMT), caberá articular pessoas e instituições públicas e privadas para atuarem de forma coletiva e colaborativa objetivando o estímulo ao desenvolvimento dos trabalhos jornalísticos no âmbito estadual.
A Secom/ALMT, responsável pelo Prêmio ALMT de Jornalismo, será auxiliada pela Escola do Legislativo e pela Procuradoria-Geral da ALMT.
Será atribuição da Escola do Legislativo a promoção de capacitação para o desenvolvimento de competências dos profissionais e estudantes de comunicação, por meio de parcerias com outras instituições de ensino e empresas atuantes na área de comunicação. Já a Procuradoria da ALMT deverá prestar consultoria e assessoria jurídica que se fizerem necessárias para a realização do Prêmio ALMT de Jornalismo.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA
Mãe, o primeiro amor da nossa vida
Existe um amor que não depende de promessas, reconhecimento ou retribuição. Um amor que nasce antes mesmo do primeiro olhar e acompanha cada passo ao longo da vida, mesmo quando os caminhos se separam e a distância se impõe. O amor de mãe é assim: silencioso muitas vezes, invisível em tantos momentos, mas presente em absolutamente todos eles.
A maternidade talvez seja uma das experiências mais profundas da condição humana porque transforma completamente a forma de existir no mundo. A mulher que se torna mãe aprende, desde cedo, a viver para além de si mesma. Seus medos já não são apenas os próprios. Seus sonhos passam a carregar também os sonhos dos filhos. E sua força, quase sempre, aparece justamente quando acredita não ter mais nenhuma.
Ao longo da vida, aprendi que a dádiva de ser mãe não é apenas gerar uma vida. É sustentar emocionalmente alguém enquanto ele aprende a caminhar pelo mundo. É ensinar sem perceber que ensina. É proteger sem aprisionar. É acolher mesmo quando o próprio coração está cansado ou ferido. A maternidade verdadeira se constrói nas pequenas renúncias diárias que raramente recebem aplausos, mas que sustentam silenciosamente toda uma família.
Há mães que acordam antes do amanhecer para garantir o sustento da casa. Há aquelas que enfrentam jornadas duplas e triplas, equilibrando trabalho, filhos, contas e preocupações, e ainda assim encontram forças para sorrir e transmitir segurança. Existem mães que criam sozinhas, mães que enfrentaram perdas profundas, mães que carregam dores que ninguém imagina, mas continuam firmes porque sabem que alguém depende delas. E talvez essa seja a forma mais pura do amor: permanecer forte quando tudo ao redor parece desmoronar.
Também existem as mães que não geraram biologicamente, mas escolheram amar. Porque maternidade não se resume ao sangue. Ela nasce do cuidado, da presença, da entrega e da capacidade de fazer alguém se sentir amado e protegido, independentemente de qualquer circunstância.
Muito do que sou foi moldado nos gestos simples que recebi ainda na infância. O modo como aprendi a amar, a confiar, a enfrentar desafios e até a enxergar a vida carrega profundamente a influência daquela presença que primeiro me acolheu no mundo. Nenhuma conquista profissional, nenhum reconhecimento público ou realização pessoal se compara à herança deixada por uma mãe. Porque é dela que recebemos os primeiros valores, os primeiros ensinamentos e, muitas vezes, a coragem necessária para seguir em frente.
Com o tempo, a vida nos ensina que mãe não é eterna. E talvez seja justamente essa consciência que torna cada abraço mais precioso, cada conversa mais cheia de significado e cada instante compartilhado mais valioso. Em meio à correria dos dias, tantas vezes esquecemos de agradecer pelas pequenas coisas: pela preocupação constante, pelas mensagens perguntando se chegamos bem, pela comida preparada com carinho, pelos conselhos repetidos inúmeras vezes e até pelas broncas dadas por amor.
Neste Dia das Mães, mais do que flores ou homenagens, talvez o maior presente seja a presença. Ouvir mais, abraçar mais, reconhecer mais. Porque mães raramente pedem algo em troca. Elas apenas amam. E continuam amando mesmo quando o mundo parece difícil demais.
O amor de mãe não desaparece com o tempo. Ele amadurece, se transforma e permanece. É abrigo nos dias difíceis, memória nos dias de saudade e força nos momentos em que pensamos não conseguir continuar. Entre tantas formas de amor que a vida nos oferece, aprendi que nenhuma é tão gratuita, tão incondicional e tão duradoura quanto a de uma mãe. Ela não exige perfeição. Não cobra grandezas. Basta que existamos.
E talvez seja justamente esse amor, silencioso e inabalável, que nos torna capazes de ser quem somos.
Feliz Dia das Mães a todas as mulheres que escolheram amar.
Max Russi é deputado estadual e atual presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso
Fonte: ALMT – MT
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