POLÍTICA
Agricultura familiar recebe investimentos
POLÍTICA
Associação dos Produtores Rurais da Gleba Resistência
Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT
Ajudar os pequenos produtores a melhorarem as suas condições de trabalho e expandir a produção em Mato Grosso. Com essa perspectiva o deputado Eduardo Botelho (DEM), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, tem envidado esforços para aprovar leis, indicações, convênios e emendas para o setor.
Um dos grandes desafios é resolver a falta d´água que padecem milhares de famílias. Para isso, numa parceria com o governo do estado, através da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), poços artesianos começaram a ser perfurados nas comunidades e, no ano passado, beneficiou os pequenos produtores da comunidade João Cuiabá e Mata Cavalo, em Nossa Senhora do Livramento, João e Maria de Barra do Bugres, Nova Esperança de Jangada e de Rosário Oeste.
Ação que levou alegria também para os moradores da Gleba Resistência, de Santo Antônio de Leverger. “Agradecemos a Deus e ao nosso deputado Botelho que atendeu nossas reivindicações destinando recursos e hoje o nosso poço artesiano já é realidade”, agradeceu Joelsa Marans, presidente da Associação dos Produtores Rurais Gleba Resistência.
Assim, o trabalho segue a todo vapor, com a previsão de investir R$ 45 milhões para atender as comunidades rurais. “Esse é um grande passo para atender o problema de água no Estado de Mato Grosso”, afirma o deputado.
Leis – As famílias da Agricultura Familiar já podem contar com leis necessárias para normatizar o setor. É o caso das leis de Botelho, a exemplo da Lei 10.902/2019 que dispõe sobre a instituição do programa Feira da Mulher do Campo; Lei 10.837/2019 que cria o selo de produtos de origem quilombola. Lei ordinária 10.612/2017 que define as atividades turísticas que especifica como atividades de “Turismo Rural na Agricultura Familiar”.
Também é de Botelho a Lei 10.590/2017 que dispõe sobre a política estadual de incentivo à formação de bancos comunitários de sementes e mudas; a Lei 10.530/2017 que dispõe sobre a utilização de produtos de origem orgânica na alimentação escolar e a Lei 10.516/2017 que institui a política estadual de desenvolvimento rural sustentável da agricultura familiar.
Outro grande feito se refere aos ajustes feitos na Lei do Susaf, com a aprovação da Lei 10673/18, que dispõe sobre o Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar e de Pequeno Porte – SUSAF/MT.
Botelho, que já trabalhou no campo, conhece bem a realidade e se desdobra para levar melhorias. Defende a regularização fundiária; fortalecimento das associações; patrolamento e cascalhamento; patrulha mecanizada e kits para irrigação.
E mais, a construção de Entreposto de Pescado para atender Acorizal, Rosário Oeste, Jangada e Nobres; e de Barra do Bugres, Porto Estrela e Nova Olímpia. Bem como a implantação de abatedouro de frango à Associação dos Pequenos Produtores Rurais do PA João e Maria, de Barra do Bugres.
Projetos – Neste ano, o deputado dará continuidade à busca da aprovação dos projetos em plenário: Projeto de Lei 51/19, que dispõe sobre a certificação de qualidade dos alimentos artesanais produzidos pelas microempresas e pela agricultura familiar. Já aprovado em 1ª votação; Projeto de Lei 54/19,, que dispõe sobre a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aos produtos da agricultura familiar que especifica e dá outas providências. Aprovado em 1ª votação e o Projeto de Lei 583/19 que determina local específico para a venda de produtos provenientes da agricultura familiar nos hipermercados, supermercados e estabelecimentos similares.
POLÍTICA
Dr. João cobra efetividade de leis sobre autismo
O deputado estadual Dr. João (MDB) cobrou, na terça-feira (14), que as leis voltadas às pessoas com autismo deixem o campo teórico e passem a produzir efeitos concretos na vida de quem depende da rede pública. A manifestação foi feita durante reunião ordinária da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), quando o parlamentar defendeu a adoção de políticas públicas mais eficazes para garantir atendimento adequado, especialmente às crianças.
Na avaliação do deputado, Mato Grosso já reúne um conjunto significativo de normas e projetos sobre o tema, mas ainda enfrenta dificuldade para transformar esse aparato legal em resultados práticos para as famílias.
Dr. João relatou que participou, na semana passada, em Tangará da Serra, de um encontro sobre autismo que reuniu profissionais de diversas áreas, entre elas psicopedagogia, neuropediatria, psicologia e outras especialidades ligadas ao atendimento de pacientes neurodivergentes. Segundo ele, o debate reforçou a percepção de que a legislação existente precisa ser acompanhada de execução efetiva.
“Tivemos na semana passada em Tangará da Serra um encontro sobre autismo. Tinha psicopedagoga, neuropediatra, psicólogas, diversas áreas da medicina que envolvem estes pacientes. Tem muita lei, muito projeto, a teoria é muito bonita, mas precisamos colocar na prática”, afirmou.
O deputado disse ainda que a principal cobrança das famílias está na ausência de políticas públicas capazes de assegurar melhor qualidade de vida às pessoas com transtorno do espectro autista, sobretudo às que dependem do sistema público de saúde. “Precisamos de políticas públicas eficazes para dar uma qualidade de vida melhor, principalmente para as crianças que dependem da saúde pública”, completou.
Durante a discussão, Dr. João também criticou a distância entre a produção legislativa e a implementação das medidas já aprovadas pela Assembleia. Segundo ele, somente na reunião desta semana, o Parlamento analisou novas propostas relacionadas à defesa das pessoas com autismo, mas a repetição de projetos sem aplicação concreta não resolve o problema enfrentado pelas famílias.
“Só hoje, já aprovamos diversas leis sobre a defesa do autismo. Isso é tão bonito no papel, tem a briga para aumentar o número de profissionais, mas não adianta a gente fazer projeto e ficar tudo na teoria. Sem acontecer nada na prática”, declarou.
Na mesma reunião, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT), também integrante da Comissão de Saúde, concordou com a cobrança e afirmou que a Assembleia tem acolhido, há anos, as demandas de famílias de pessoas com autismo e outros perfis neurodivergentes, mas que o Estado ainda não tem dado a resposta necessária.
“Há bastante tempo, a ALMT tem acolhido as demandas da população e das famílias que tem pessoas com autismo e neurodivergentes. Aprovamos leis, mas infelizmente o estado fica devendo. Estamos vivendo problema crônico de não garantir o professor especializado para atender estes alunos”, disse Lúdio.
Fonte: ALMT – MT
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