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POLITÍCA NACIONAL

Veja como os líderes distribuíram os cargos da Mesa da Câmara entre os partidos

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POLITÍCA NACIONAL

Os líderes partidários definiram há pouco a distribuição dos cargos da Mesa Diretora entre os partidos. A ordem é a seguinte, com as respectivas indicações de parlamentares indicados:

  • Presidência: Republicanos, com Hugo Motta (PB)
  • 1ª vice-presidência: PL, com Altineu Côrtes (RJ)
  • 2ª vice-presidência: União Brasil, com Elmar Nascimento (BA)
  • 1ª secretaria: PT, com Carlos Veras (PE)
  • 2ª secretaria: PP, com Lula da Fonte (PE)
  • 3ª secretaria: PSD, com Delegada Katarina (SE)
  • 4ª secretaria: MDB, com Sergio Souza (PR)

Suplência de secretários:

  • PL, com Antonio Carlos Rodrigues (SP)
  • PSB, com Paulo Foletto (ES)
  • Podemos, com Dr. Victor Linhalis (ES)
  • PSDB-Cidadania, com Paulo Alexandre Barbosa (PSDB)

Esses são os nomes indicados pelos partidos. Entretanto, outros deputados podem concorrer como avulsos, desde que sejam do mesmo partido que ficou o cargo.

Prazos
A eleição para presidente e os demais cargos da Mesa Diretora da Câmara está marcada para as 16 horas deste sábado (1º). O prazo para o registro oficial de candidaturas termina às 13h30.

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Além de Hugo Motta, também concorrem à presidência da Câmara os deputados Marcel van Hattem (Novo-RS) e Pastor Henrique Vieira (Psol-RJ).

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que limita restrições a produtores rurais em áreas em processo de demarcação indígena

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe a imposição de restrições administrativas, técnicas ou cadastrais a produtores rurais que ocupam áreas em processo de demarcação de terras indígenas.

A medida valerá para o período anterior à conclusão definitiva do processo e ao pagamento das indenizações devidas aos ocupantes.

O objetivo é evitar que a mera existência de um processo demarcatório impeça o produtor de exercer seus direitos de posse e propriedade. De acordo com o texto, essas restrições têm dificultado o acesso ao crédito rural, a seguros e a políticas públicas, gerando insegurança jurídica e prejuízos econômicos.

O projeto altera a Lei do Marco Temporal que hoje já garante aos ocupantes não indígenas o direito de usar a terra livremente até o fim da demarcação e o recebimento da indenização pelas benfeitorias de boa-fé.

Nova versão
O colegiado aprovou uma versão (substitutivo) apresentada pelo relator, o deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), para o Projeto de Lei 5245/25, do deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS). Pedro Lupion incluiu no texto a previsão expressa de indenização também pela terra nua, e não apenas pelas benfeitorias realizadas de boa-fé.

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Pedro Lupion destacou que a proposta não interrompe os processos de demarcação, mas garante que a atividade produtiva não seja inviabilizada antes de uma decisão final, reforçando e esclarecendo a regra já existente.

O relator defendeu, ainda, a medida como necessária à previsibilidade do setor agropecuário. “A simples inserção de imóvel rural em cadastro vinculado a procedimento demarcatório, sem decisão final e sem indenização, não pode resultar, por via reflexa, na inviabilização da atividade produtiva”, disse.

Próximos passos
O projeto segue agora para análise das comissões da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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