CUIABÁ
Search
Close this search box.

POLITÍCA NACIONAL

Proposta reduz tributação de barco a vela para público infanto-juvenil

Publicado em

POLITÍCA NACIONAL

O Projeto de Lei 4576/24, do deputado José Medeiros (PL-MT), concede isenção dos impostos de importação (II) e sobre produtos industrializados (IPI) para barcos a vela de uso individual, destinado a jovens de até 15 anos, da classe Optimist.

A proposta também isenta esses veículos de PIS/Cofins. As isenções se aplicam inclusive para acessórios.

O texto está em análise na Câmara dos Deputados.

Pela proposta, a Receita Federal adotará procedimento aduaneiro simplificado para esse tipo de barco quando destinado a competição e treinamento internacional.

Incentivo ao esporte
Segundo Medeiros, ao reduzir a carga tributária sobre esses equipamentos, o Estado cumpre seu papel constitucional de incentivo ao esporte, ao meio ambiente equilibrado, formando cidadãos longe de drogas.

“A classe Optimist é a entrada para todo o esporte e conhecimento náutico e de regras mundiais de esportes a vela”, afirmou.

Medeiros disse que a isenção tornará o esporte mais acessível a jovens das classes média, baixa e em situação de vulnerabilidade social.

O deputado ressaltou que a vela é um esporte que não gera poluição e está em harmonia com a crescente preocupação global com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente.

Leia Também:  Comissão aprova projeto que torna obrigatório elevador em prédio de dois andares ou mais

Próximos passos
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Esporte; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que prevê formação anual de brigadistas em escolas e creches

Publicados

em

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga a capacitação dos professores e dos funcionários de escolas e creches em noções de primeiros socorros e para atuar como brigadistas voluntários. A proposta também exige plano de abandono da edificação e simulações semestrais de evacuação.

O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), para o Projeto de Lei 6224/23, do deputado Antonio Andrade (PSDB-TO). Pela proposta original, a capacitação dos alunos também seria obrigatória.

“O espaço escolar deve ser, antes de mais nada, um espaço seguro e preparado para o cuidado”, afirmou Fernanda Melchionna. “Mas a participação discente em atividades de segurança deve ser incentivada, não imposta”, declarou a relatora.

O substitutivo altera a Lei 13.722/18. Os cursos serão oferecidos anualmente nos estabelecimentos de educação básica e de recreação infantil. Escolas e creches deverão manter rota de fuga, planta de emergência e plano de contingência.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Leia Também:  Comissão aprova projeto que proíbe cobrança de juros sobre imóvel atrasado no Minha Casa, Minha Vida

Da Reportagem/RM
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA