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POLITÍCA NACIONAL

Comissão aprova projeto que torna obrigatório elevador em prédio de dois andares ou mais

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POLITÍCA NACIONAL

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 976/23, pelo qual os edifícios residenciais com dois ou mais pavimentos, além do térreo, deverão ser construídos com pelo menos um elevador de passageiros.

O relator, deputado Thiago Flores (Republicanos-RO), recomendou a aprovação do texto. “A iniciativa revela-se de grande importância para a promoção da acessibilidade e da inclusão social”, afirmou Tiago Flores no parecer.

A proposta aprovada insere dispositivo na Lei da Acessibilidade. O texto dá prazo de até 24 meses, após a publicação da futura norma, para que os elementos de uso comum nos edifícios atendam plenamente aos requisitos de acessibilidade.

“O Brasil tem cerca de 15 milhões de pessoas com deficiência, e a longevidade da população aumenta a cada ano”, disse o autor da proposta, deputado Adilson Barroso (PL-SP). “Muitos dos que procuram apartamentos novos e pequenos são pessoas idosas ou com deficiência, e a falta de elevador pode ser um problema”.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como foi rejeitada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano,  a proposta perdeu o caráter conclusivo e agora será analisada pelo Plenário.

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Para virar lei, o texto final terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Deputados discutem correção do Enem e possíveis inconsistências nas notas; participe

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta quarta-feira (13) para discutir a correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), especialmente da prova de redação, e a resposta a possíveis inconsistências nas notas.

O debate será realizado às 16 horas, em plenário a ser definido.

A audiência atende ao pedido do deputado Túlio Gadêlha (PSD-PE) e pretende avaliar a confiabilidade e a transparência dos critérios de avaliação, diante de relatos de inconsistências na correção da redação.

“É imprescindível examinar as metodologias de correção e os mecanismos de controle de inconsistências, de modo a garantir a integridade do sistema avaliativo e evitar prejuízos aos participantes”, afirma o deputado.

Ele acrescenta que a prova de redação exige critérios claros e que a falta de protocolos para a revisão e a correção de erros pode gerar desigualdades.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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