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POLITÍCA NACIONAL

Projeto garante tratamento em trânsito a paciente com doença renal crônica

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POLITÍCA NACIONAL

O Projeto de Lei 3242/24 garante ao paciente com doença renal crônica o direito de realizar hemodiálise, por até 30 dias, em uma cidade diferente da qual realizam o procedimento regularmente.

Conforme o texto, o tratamento dialítico em trânsito será assegurado tanto por clínicas particulares quando pelo Sistema Único de Saúde (SUS) àqueles que necessitem viajar. O paciente deve ser informado sobre a existência do tratamento dialítico em trânsito, e o estabelecimento de origem fornecerá ao de destino informações sobre o paciente e seu tratamento.

O deputado Jonas Donizette (PSB-SP), autor do projeto, afirma que pacientes que dependem da hemodiálise sofrem com o tratamento, geralmente realizado de duas a três vezes na semana, e perdem a possibilidade de algumas atividades sociais como viagens.

“Esses pacientes muitas vezes acabam por se afastar da família que mora em uma distância maior, pois a constância desse tratamento torna quase inviável que o doente renal crônico possa realizar viagens”, defende.

Próximos Passos
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Saúde; de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmra e pelo Senado.

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Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova projeto que autoriza extensão de estágio após conclusão de curso superior

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante a continuidade do contrato de estágio mesmo após a formatura do estudante, desde que a vaga seja na empresa em que estava vinculado durante a fase de estudos.

O texto limita em 12 meses a duração do estágio após a conclusão do curso. A regra prevê teto de dois anos para a permanência na empresa, com exceção para pessoas com deficiência.

O estágio poderá ser realizado de forma presencial, a distância ou híbrida.

Por recomendação do relator, deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), o colegiado aprovou o substitutivo da Comissão de Trabalho ao Projeto de Lei 7021/17, de autoria do deputado Alex Manente (Cidadania-SP), com alterações.

Segundo o relator, a proposta ajuda o estagiário na fase de transição para o mercado de trabalho. “O jovem obtém a graduação, mas não tem a experiência exigida pelas empresas para a primeira contratação na área de formação. O problema resulta na ausência de vivência profissional”, afirmou.

Luiz Carlos Motta cita pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pela qual a informalidade atinge 38,5% dos jovens entre 18 e 19 anos em 2026.

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O texto aprovado proíbe a gestão de contratos de estágio por empresas terceirizadas, bem como a cobrança de taxas aos envolvidos no acordo de trabalho.

Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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