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POLITÍCA NACIONAL

Projeto define punição para mau uso de sistemas de alertas climáticos ou tecnológicos

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POLITÍCA NACIONAL

O Projeto de Lei 2821/24 prevê punição administrativa para quem fizer mau uso de sistemas de alerta de desastres climáticos ou tecnológicos no Brasil. O objetivo é evitar situações de pânico generalizado ou o uso político desses sistemas. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.

O texto define como mau uso ações ou omissões que prejudicam a eficácia e confiabilidade dos alertas.

“A divulgação de informações falsas, o atraso na emissão de alertas e o uso inadequado dos sistemas podem causar graves prejuízos à população, dificultando a prevenção e a mitigação de desastres”, afirma a autora da proposta, deputada Duda Salabert (PDT-MG). “O objetivo é que os alertas sejam emitidos de forma correta e em tempo hábil, protegendo a vida, a cultura e o patrimônio das pessoas”, acrescenta.

Pelo texto, as sanções administrativas incluem advertências, afastamento de servidores, multas variando de R$ 10 mil a R$ 1 milhão, além de suspensão temporária, interdição das atividades e cassação da autorização para operar esses sistemas. As punições serão aplicadas conforme a gravidade da infração, assegurando ao acusado o contraditório e a ampla defesa.

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Por fim, a proposta prevê que os órgãos responsáveis pelos sistemas de alerta devem implementar programas de capacitação contínua para os operadores dos sistemas, bem como campanhas de conscientização para a população.

Os valores arrecadados com as multas serão destinados ao Fundo Nacional de Defesa Civil para melhorar a infraestrutura e a capacidade de resposta a desastres climáticos ou tecnológicos.

Próximos passos
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado Federal.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLITÍCA NACIONAL

Distritais destacam Dia do Feirante durante sessão ordinária

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A comemoração do Dia do Feirante, celebrada em 25 de agosto, foi um dos temas abordados pelos deputados distritais, durante a sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) desta terça-feira (25). Deputados ocuparam a tribuna para defender os feirantes e cobrar melhorias nas feiras da cidade.

A deputada Paula Belmonte (PSDB) disse que a data é importante, pois temos mais de 100 feiras no DF, dos mais variados tipos. Para ela, os feirantes precisam de mais segurança jurídica. A distrital destacou que as feiras são locais com produtos de qualidade e que expressam a cultura brasiliense e de outros estados. Belmonte afirmou ainda que as feiras são “o metro quadrado que mais emprega no DF”.

Já o deputado Chico Vigilante (PT) parabenizou todos os feirantes pela passagem de seu dia e classificou a categoria como uma das mais exploradas no DF, inclusive trabalhando nos finais de semana. “A verdade é que as feiras estão vivendo um momento degradante”, analisou Vigilante. O deputado citou como exemplo a Feira do Guará, que, segundo ele, “está morrendo, com goteiras e sistema de fiação sucateado”. “Qualquer dia pode pegar fogo, como aconteceu com a feira de São Sebastião”, alertou ele.

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O deputado Ricardo Vale (PT) salientou que tem acompanhado de perto a situação dos feirantes, ameaçados de perder seus espaços por causa da realização de licitações. O distrital disse que tem discutido o assunto com o Ministério Público e com a Secretaria de Governo do GDF. Segundo ele, a licitação dos boxes não pode ser somente por critérios econômicos. Ele defendeu que sejam adotados critérios sociais para que os feirantes não percam seus boxes.

Metrô

Na mesma sessão, o deputado Max Maciel (Psol), presidente da Comissão de Mobilidade Urbana, criticou o que chamou de “sucateamento planejado do metrô”. O distrital destacou que as denúncias apresentadas pela Comissão estão se tornando realidade no dia a dia. Segundo ele, ontem, uma pane elétrica paralisou o sistema.

Templos religiosos

O deputado João Cardoso (PL) pediu o apoio dos colegas a emenda de sua autoria ao PLC 91/2026, que permitirá que as edificações destinadas aos templos religiosos possam ultrapassar o limite máximo de altura permitido atualmente. De acordo com Cardoso, a solicitação partiu de vários segmentos religiosos. A emenda permite que os templos adotem o maior limite de altura previsto em cada região administrativa, segundo a definição da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos).

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Profissionais de saúde

Já a deputada Dayse Amarilio (PSB) ocupou a tribuna para pedir a regulamentação da lei que criou o Programa de Proteção aos Profissionais de Saúde. Ela lamentou o número de ocorrência de casos de violência contra os profissionais e defendeu a definição de um fluxo de atendimento dos episódios.

Informamos que a cobertura realizada pela Agência CLDF, durante o
período eleitoral, estará ajustada à Lei 9.504/1997 e às orientações da Justiça Eleitoral.

Fonte: Câmara Legislativa – DF

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